Promessas do governador João Doria (PSDB) durante a pandemia, que chegou a anunciar que toda população de São Paulo estaria vacinada com a CoronaVac até o final do mês passado, têm histórico de atrasos.
A nova candidata a vacina será chamada de "Butanvac", e o objetivo é ter 40 milhões de doses prontas até o fim deste ano.
É o maior resultado para um mês de março desde 2015. Em 12 meses, alta acumulada chega a 5,57%. Gasolina foi o item que mais pressionou a inflação no mês, com alta de 11,18%.
Alto ritmo de contágio, recordes nas mortes diárias, sistemas de saúde colapsando e lenta vacinação dão perspectiva pessimista diante da triste marca. Governadores e prefeitos anunciam medidas mais duras de restrição, mas falta direcionamento nacional para mudar números.
Imunização de policiais começa no dia 5 de abril e a de educadores, no dia 12. Anúncio foi feito pelo governo de São Paulo nesta quarta-feira (24). Estado também antecipou para sexta (26) início da vacinação de idosos entre 69 e 71 anos.
No mais recente balanço da vacinação contra Covid-19, da segunda-feira (22), os dados mostram apenas 5,83% da população brasileira já receberam a primeira dose de vacina contra a doença.
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Governo do Estado comemora os resultados.
Médicos de hospitais de referência ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que a defesa e o uso do "kit covid" contribuem de diferentes maneiras para aumentar as mortes no país.
O senador diz que, apesar dos gritos dos governadores, é Bolsonaro quem vai se beneficiar eleitoralmente da vacinação.
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Com o país agora administrando cerca de 2,5 milhões de vacinas por dia, os EUA superaram a meta de Biden de 100 milhões de vacinas contra o coronavírus um mês antes.