A primeira morte pela doença no país aconteceu em fevereiro do ano passado
Segundo Pazuello, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização, para distribuição em todo o país.
A farmacêutica confirmou ainda que até sexta (8) entra com o pedido emergencial, que permite, em um prazo máximo de 10 dias, ter a autorização da Anvisa.
Comunicado vem um dia depois de instituto responsável por produzir as 2 milhões de doses para o Brasil ter afirmado que governo indiano não permitiria exportação da vacina.
Os fabricantes de medicamentos esperam obter os registros necessários na Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Outros produtos estão na lista publicada pela Receita, entre eles medicamentos à base de Cloroquina, Azitromicina e kits de teste para detecção de Covid-19.
Esta é a segunda vacina aprovada pelos britânicos; a primeira foi a da Pfizer.
O líder estadual reiterou que os governadores do país estão prontos para colaborar com a vacinação da população.
Vacinação no Brasil deve ser concluída em 16 meses – quatro meses para vacinar grupos prioritários e 12 meses para imunizar a "população em geral".
A informação foi entregue ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU) em resposta a um pedido do ministro Ricardo Lewandowski
Dias destaca ainda a necessidade de estabelecer acordo com a Pfizer.
Para Dias, as vacinas devem chegar a todos e precisam ser seguras.
O governador ainda prevê uma produção mensal de 45 milhões de doses no país pelo Butantan e Fiocruz, além dos acordos internacionais
Documento entregue ao STF cita Coronavac e fala em 108 milhões de doses para população prioritária.
O acordo para essa vacina, fechado por R$ 1,9 bilhão, prevê a chegada de 100 milhões de doses no primeiro semestre
O chefe do Executivo lembrou que a vacina contra o H1N1 tem fabricação chinesa e nem por isso foi criticada
Com a reunião, o chefe do executivo estadual prevê que em pelo menos 3 meses s a vacina chegará à população.