A Polícia Civil encontrou objetos de sadomasoquismo, vestimentas infantis, brinquedos sexuais, computadores e dezenas de arquivos de abuso sexual infantil.
As investigações buscam combater crimes praticados pela internet.
A ação está a cargo da coordenação de Repressão a Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil
De acordo com informações oficiais, os acusados são filhos de um pastor de uma igreja na cidade de São Sebastião
João Luís Cabral chegou a ser preso no dia 26 de setembro, mas foi solto em audiência de custódia
De acordo com a PF o homem armazenava fotos e vídeos de abuso sexual infantil, os quais constam no banco de dados da Interpol
Na ação, os policiais federais cumpriram um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva
O caso foi registrado no Distrito Federal e na chegada dos policiais o homem se mostrou resistente à prisão
Os arquivos contêm provas de que os abusos infantis eram cometidos por ele contra crianças e alguns adolescentes menores de 14 anos
O índice de crimes de latrocínio, isto é, assalto seguido de morte, teve redução de 36,1% no ano de 2022 comparado ao ano anterior
Eles contrataram a menina por meio de uma parente que também trabalhava como empregada doméstica em uma casa próxima.
Conforme a polícia, ele ainda ameaçava a criança para que ela não contasse à mãe tudo o que acontecia durante os abusos.
A polícia também investiga a possibilidade de que o grupo tenha estuprado e ameaçado mais cinco vítimas: 3 em São Paulo, uma no Espírito Santo e outra no Amapá.
A polícia encontrou diversos vídeos de pornografia infantil, incluindo gravações dos abusos cometidos. As crianças aparecem implorando para que ele pare com os atos sexuais.
A investigação revelou conversas registradas e acordos financeiros prévios para os encontros, que se assemelhavam a uma tabela de preços ou cardápio.
No Brasil, a cada hora, 3 crianças são vítimas de abuso, sendo que cerca de 51% delas têm entre 1 e 5 anos de idade.
A mãe revelou que o marido já havia abusado sexualmente da filha mais velha dela, de 15 anos. Outros parentes sabiam do abuso, mas não o denunciaram por medo.
O estupro teria ocorrido na casa da babá, mãe do suspeito, que cuida da menina desde que ela tinha um ano de idade.
Após investigação em meio virtual, descobriu-se que o preso mantinha imagens de crianças e adolescentes em situação de exploração sexual e que o próprio detido gravava vídeos.
O investigado registrou cenas de sexo envolvendo três menores, sendo deles de apenas 13 anos. Após o vídeo vazar, Thiago Monção fugiu para a capital.
Horas depois foi preso em flagrante outro homem pelos crimes de posse irregular de arma de fogo e recepção, no bairro Bela Vista.
O casal produzia os vídeos com intuito de vendê-los online. No apartamento, foram apreendidos quatro celulares, uma câmera e outros equipamentos de filmagem.
Médico colombiano é suspeito de abusar de duas pacientes sedadas. Detido na Barra da Tijuca, ele também é investigado por produzir e armazenar pornografia infantil
Segundo a Polícia Federal, o casal divulgava os vídeos dos abusos sexuais cometidos com os filhos no exterior.
A proposta será enviada ao Senado e, caso seja sancionada, a pedofilia passa a ser classificada como crime hediondo