Ontem (3), pelos dados do Ministério, o Brasil teve o número mais alto de novas mortes por covid-19 em um intervalo de 24 horas.
Município do interior paulista está com 100% de ocupação em leitos de UTI
O Piauí bateu recorde de casos na noite de ontem.
Segundo o governo federal, 9.355.974 pessoas se recuperaram da covid-19 até o momento, com outras 846.821 em acompanhamento.
Em doze meses, nunca tantos pacientes haviam sido internados via pronto-socorro por causa de Covid-19 em um mesmo dia no hospital.
“São 21 estados no limite. Ainda precisamos do apoio de cada brasileiro e brasileira", afirmou.
Até então, o dia com maior número de mortes por covid-19 havia sido computado em 29 de julho, com 1.554 óbitos
De acordo com o governo federal, 9.139.215 pessoas se recuperaram da covid-19. Outras 808.802 permanecem em acompanhamento.
O Brasil é um dos países mais afetados pela pandemia da covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos (28.121.178) e da Índia (10.991.651).
Até ontem, o Brasil já tinha vacinado 5.756.502 de pessoas com a primeira dose do imunizante contra a covid-19, o que corresponde a apenas a 2,72% da população.
De acordo com o governo federal, 9.029.159 pessoas se recuperaram da doença, com outras 807.752 em acompanhamento.
Segundo o governo federal, 8.995.246 pessoas se recuperaram da doença, com outras 791.923 em acompanhamento.
As aulas presenciais tiveram início no dia 8 de fevereiro na rede estadual paulista, que conta com 3,3 milhões de alunos.
Silveira já é investigado no inquérito que mira o financiamento e organização de atos antidemocráticos em Brasília
Em 15 estados as atividades estão sendo retomadas em fevereiro
No total são 236.397 mortes registradas e 9.716.298 pessoas contaminadas no Brasil,
O país também chegou hoje ao 20º dia consecutivo com média de mortes por covid-19 acima de mil.
De acordo com o governo federal, 8.447.645 pessoas se recuperaram da doença, com outras 868.264 em acompanhamento.
Ministério diz que "primeira etapa" prevê vacinação de apenas 34% dos trabalhadores de saúde da linha de frente, além de idosos e deficientes residentes em instituições, e a população indígena.
A ansiedade de pais e filhos pelo retorno às aulas presenciais trouxe mais preocupação após registros de alunos com a doença e a ameaça de retorno ao ensino remoto