O setor foi responsável, no mês passado, pela criação de 38 mil postos formais de trabalho (com carteira assinada) no país
Resultado do mês foi impulsionado pelos setores da Construção Civil, da Indústria da Transformação e Serviços
Saldo é resultado de 1,347 milhão de contratações e 1,315 milhão de demissões. Embora positivo, este é o pior desempenho para um mês de maio desde 2016.
O setor esperava que seu PIB (Produto Interno Bruto) crescesse 2% em 2019. Agora, a estimativa é de 0,5% a 1%. O número de criação de vagas de trabalho no ano também desabou: de 100 mil para 25 mil.
Trata-se de um leve recuo ante a taxa de 12,7% registrada no trimestre encerrado em março.
Este foi o melhor resultado para o mês desde 2013. Estoque alcançou 38,7 milhões de postos de trabalho
Em abril, o país registrou 1.374.628 contratações e 1.245.027 demissões
Apenas a Bahia teve saldo positivo de geração de empregos no mês de março no NOrdeste. Os demais estados tiveram saldo negativo, mas o Piauí está em melhor situação se comparado aos demais
No mês anterior, o saldo havia ficado positivo, com 173.139 admissões
O resultado do mês, de preenchimento de 125,2 mil postos de trabalho, é o melhor dos últimos quatro anos
O saldo positivo é a diferença entre as contratações (1.453.284) e as de demissões (1.280.145) no período
Análise baseada nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, mostra que o setor de Serviços mantém o melhor desempenho na geração de vagas de trabalho no país
Esse é o segundo ano consecutivo que o estado tem saldo positivo
As áreas do comércio e agronegócio estão entre as de maior destaque.
O acréscimo, nos últimos 12 meses, é de 517.733 postos de trabalho.
O comércio registrou a abertura de 88.587 postos
47% dos aposentados que ainda trabalham é para completar renda
114.650 foram preenchidas por homens e 106.742, por mulheres
Em julho foram criados 47,3 mil empregos formais
Construção civil é um dos setores que tem gerado empregos no Piauí
Estado teve total de 479 postos de trabalho no último mês
O Brasil gerou 392.461 empregos formais no primeiro simestre.
Os dados do Caged foram divulgados na última sexta-feira (26)