Agressor usava roupas 'medievais', segundo as autoridades locais. Jovem foi preso e motivos do ataque são investigados.
Segundo a polícia, a motivação dos crimes pode ter sido o tráfico de drogas na região.
Autoridades disseram que o corpo foi descoberto em 26 de fevereiro e que as investigações foram encaminhadas para a unidade criminosa.
A suspeita é que ela tenha partido de um armazém onde guardavam nitrato de amônio, um tipo de fertilizante.
Mega explosão de terça-feira (4) deixou mais de uma centena de mortos e ao menos cinco mil feridos
A ação interestadual foi realizada por policiais civis, segundo divulgou o secretário da Segurança Pública e Defesa Social, André Costa, em suas redes sociais.
Promotores dizem saber quem matou premiê com tiro à queima-roupa nas costas em plena rua cheia de gente em 1986
Bárbara Greco , emissora de rádio " La Poderosa ", foi morta por homens armados do lado de fora de sua casa
A proposta segue agora para aprovação no Bundestag e no Bundesrat (câmara baixa e alta do Parlamento federal, respectivamente), antes de se tornar lei.
A mulher dele ainda conseguiu ser socorrida por vizinhos, mas morreu no hospital nesta quarta-feira
A quebra do sigilo foi feita dentro da apuração sobre o envolvimento de integrantes da organização criminosa conhecida como Escritório do Crime
Até agora, nenhum suspeito do crime foi preso.
Investigadores não descartam a participação da filha do casal, Ana Flávia, no planejamento do crime
Um chip em nome de um pastor foi conectado ao aparelho na capital federal. Os nomes dos envolvidos são mantidos em sigilo. A investigação quer entender como o telefone chegou à capital federal.
O Irã admitiu que derrubou por engano o avião ucraniano que caiu na quarta-feira (8) com 176 pessoas a bordo perto de Teerã.
Quando o Uruguai se tornou o primeiro país do mundo a legalizar o mercado de maconha, assumiu um desafio ousado: disputar o negócio de drogas com os traficantes, da produção à venda.
Conheça a história de Junko Furuta
Jamal Khashoggi era crítico do príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman e foi visto pela última vez no consulado saudita, em Istambul, em outubro.
Na decisão, Alexandre de Moraes, do STF, considerou que, no entendimento da Procuradoria Geral da República, não havia motivo para investigação.