A vítima é amiga da filha do suspeito
Moradores acionaram a PM e amarraram suspeito pelas mãos
Os menores confessaram o crime de latrocínio
A polícia estuda a possibilidade de exumar o corpo da estudante
Detido dizia que publicaria imagens se ela não fizesse sexo com ele
Polícia teve ajuda dos moradores da região onde criança morava
Família relata que menina, de 13 anos, usava drogas
Melki dos Santos e um menor de idade, de 14 anos, são suspeitos de participar no crime, outros envolvidos também já foram identificados.
Delegado pediu internação imediata dos menores.
Jovem de 16 anos nega que esfaqueou e matou médico na ciclovia
De acordo com a polícia, a vítima já tinha sofrido tentativa de homicídio quatro vezes.
Menores foram levados até o IML de Santos, onde passaram por exames. Preso foi levado ao 1° Distrito Policial de Santos, onde caso foi registrado.
Polícia de Anísio de Abreu e São Raimundo já tem os nomes de 6 suspeitos de assassinar de forma bárbara uma adolescente de 16 anos
Foram apreendidos na área rural de Aquidauana (MS), a cerca de 120 quilômetros de Campo Grande
Eles também respondem por associação para o tráfico e tentativa de homicídio de dois policiais militares
Após abuso, garotas foram estranguladas e penduradas em árvore. Outros três suspeitos de envolvimento no caso estão presos.
O jovem é suspeito de tentar matar um idoso de 71 anos e de tentar estuprar uma mulher de 38 anos.
O homem ainda tentou fugir quando percebeu que seria abordado, mas foi alcançado.
Adaílton Alexandre Távora é apontado pela polícia como chefe de três favelas
As prisões foram feitas na favela do Bichinho, em Sacramento.
Igor, que vivia com os avós em Agudos, estava desaparecido desde sábado, dia 29 de março.
o momento da prisão, ele ainda vestia o uniforme da corporação.
Segundo a investigação, apesar de o corpo não ter sido localizado, os indícios apontam que a menina está morta, já que nunca mais foi vista.
menina reconheceu o homem, conhecido como "Chorão", devido às lágrimas que ele apresenta tatuadas no rosto.
O caso foi relatado através de uma rede social por Yvonne Bezerra, coordenadora do Projeto Uerê e ativista em causas de direitos humanos.