Boletim foi divulgado pela Secretaria de Saúde do Piauí nesta quarta-feira (10)
Mais uma cidade do Piauí aderiu ao lockdown parcial.
Quase todas as cidades da região dos carnaúbais registraram pelo menos um caso da doença.
São 170 mortes e 3.745 casos a mais do que o divulgado oficialmente pelo Ministério da Saúde na tarde de hoje
Os dados são do Painel epidemiológico da Fundação Municipal de Saúde (FMS)
Os dados foram atualizados em 07/06/2020.
O primeiro balanço do ministério apontava para 1.382 novas mortes. O segundo, no entanto, divulgado no painel oficial do ministério que acompanha a evolução da doença, informava 525 óbitos.
Sobre a idade dessas vítimas, o mais novo tinha 51 anos e o mais velho 101
São Paulo, Rio, Fortaleza, Belém, Manaus e Recife exibem curvas de casos e mortes ascendentes, mas autoridades argumentam queda na ocupação das UTIs.
Sobre o óbito registrado nas últimas 24 horas: Um paciente do sexo masculino, de 92 anos de idade, sem comorbidades e que morava no bairro Parque Alvorada.
De acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde, que se manifestou através de nota divulgada neste sábado (06/06), trata-se de uma paciente do sexo feminino, 47 anos, residente na zona rural do município.
Barreiras, testes e busca ativa: como o Piauí se blindou da covid-19 no Nordeste
De acordo com a Sesapi, sete óbitos foram contabilizados no boletim epidemiológico desta sexta-feira. As vítimas são das cidades de Batalha, Esperantina, Parnaíba, Piripiri e Teresina.
Retorno das instituições de ensino estava agendado para iniciar no dia 15 de junho, mas Flávio Dino (PCdoB) disse que projetará nova data na semana que vem.
O levantamento feito pela Secretaria Municipal de Saúde, em Timon, mostra que o município tem 496 casos confirmados
Na segunda-feira (01/06), 927 pessoas procuraram uma unidade de saúde relatando problemas gripais. Em 24 horas, esse número saltou para 1.321, ocasionando um aumento de 30%.
Boletim da Secretaria de Estado da Saúde (SES) mostra que estado tem 38.174 casos confirmados e 12.741 curados da doença.
Ela atuava no Hospital Regional Senador Cândido Ferraz e na UPA de São Raimundo Nonato e não possuía comorbidades.
Pesquisa da UFMG e do Instituto Socioambiental afirma que etnia é a mais vulnerável à pandemia em toda Amazônia; modelo prevê que comunidades possam perder até 6,5% dos integrantes por causa da doença
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