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VÍDEO! Preso há 114 dias, Domingos Brazão chora e desabafa em depoimento

O deputado afirmou não conhecer a vereadora Marielle Franco ou o delegado Rivaldo Barbosa, preso por suspeita de envolvimento no crime

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O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados realizará oitiva com Chiquinho Brazão e seu irmão Domingos Brazão, acusado de envolvimento no assassinato de Marielle Franco. A bancada do PSol na Câmara dos Deputados solicitou a cassação de Chiquinho Brazão por quebra de decoro parlamentar após sua prisão em março de 2023. O processo está em fase de instrução probatória, com duração máxima de 40 dias úteis. Além dos irmãos Brazão, serão ouvidas outras testemunhas, incluindo Rivaldo Barbosa.
Montagem mostra momento em que Domingos Brazão chora em depoimento | Foto: Montagem/MeioNews
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O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados realiza, na terça-feira (16), a oitiva do deputado federal Chiquinho Brazão e de seu irmão Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ). Domingos, preso há 114 dias, emocionou-se ao falar: "O Parlamento tem que fazer justiça ao Chiquinho Brazão. Isso é um erro irreparável. Eu confio na Justiça de Deus".

Chiquinho está na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS) e Domingos na Penitenciária Federal de Porto Velho (RO). Eles foram presos em março deste ano, junto com Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ). Domingos afirmou não conhecer a vereadora Marielle Franco ou o delegado Rivaldo Barbosa, preso por suspeita de envolvimento no crime. "Um absurdo o que aconteceu com a vereadora. Esse crime tem que ser punido com rigor", disse.

cassação de Chiquinho Brazão

A bancada do PSol na Câmara dos Deputados pediu a cassação de Chiquinho Brazão por quebra de decoro parlamentar logo após a prisão. A deputada Jack Rocha (PT-ES), relatora do processo no Conselho de Ética, apresentou um plano de trabalho com a previsão do depoimento de 15 testemunhas, incluindo Chiquinho. A relatora aceitou a oitiva de indicados pela defesa, como Rivaldo Barbosa.

fase de instrução probatória

Além dos irmãos Brazão, também irão depor ao Conselho de Ética Thiago Kwiatkowski Ribeiro, vice-presidente do TCM-RJ, e Carlos Alberto Lavrado Cupello, ex-deputado estadual. Já foram ouvidos Rivaldo Barbosa, Willian Coelho (vereador do Rio), Paulo Sérgio Ramos (ex-deputado federal), Tarcísio Motta (PSol-RJ), e Marcos Rodrigues Martins (ex-assessor de Chiquinho). O processo segue na fase de instrução probatória, com duração máxima de 40 dias úteis.

Para mais informações, acesse meionews.com

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