- Senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) assume cargo de ministro do TCU após aprovação no Senado e na Câmara.
- Nomeação foi acelerada com apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que facilitou tramitação.
- Lula pretendia indicar Pacheco para governar Minas Gerais, mas senador recusou proposta.
- TCU tem nove integrantes, com indicações distribuídas entre Senado, Câmara e Presidência da República.
- Três vagas do TCU são preenchidas por nomes da carreira de auditores e do Ministério Público de Contas.
O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) é o novo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Uma nomeação que partiu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O Senado Federal aprovou o nome de Pacheco por um placar de 64 votos a favor e quatro contra. Já na Câmara dos Deputados foram 404 votos a favor e 61 divergentes.
Rodrigo contou com o apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) que facilitou com que seu nome fosse aprovado pelo Congresso Nacional. O trâmite padrão é que o senador fosse sabatinado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAE) e depois a indicação seguiria para plenário, mas houve requerimento para a urgência da indicação. Alcolumbre celebrou o consenso entre os parlamentares.
LULA TINHA OUTROS PLANOS
Lula planejava lançar Pacheco na disputa pelo governo de Minas Gerais, uma proposta que foi recusada pelo senador. Após dizer não ao presidente, Pacheco sinalizou que pretendia deixar a vida pública.
Dos nove integrantes do TCU, três são indicados pelo Senado e três pela Câmara dos Deputados. Outros três são indicados pela Presidência da República, com o aval do Senado, sendo duas das vagas a partir de nomes da carreira de auditores do TCU e de integrantes do Ministério Público de Contas.