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Republicanos nega apoio e aumenta isolamento de Flávio Bolsonaro

A legenda também nega acordo de indicação de Marcos Pereira ao STF

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  • Republicanos negam apoio condicionado à indicação de Marcos Pereira ao STF.
  • Partido afirma não houve negociação e divulga pesquisa sobre frustração com pré-candidatura.
  • Rogério Marinho rebate informação e afirma que apoio não está ligado a indicação ao STF.
  • Alianças partidárias para eleição presidencial enfrentam divergências entre lideranças estaduais.
  • Internas e familiares desgastam pré-campanha de Flávio Bolsonaro, com críticas à sua imagem.
Flávio Bolsonaro | Foto: Carlos Moura/Agência Senado
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O Republicanos negou ter fechado apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. A manifestação foi divulgada neste domingo (12), após a circulação da informação de que a sigla teria condicionado o apoio à indicação do presidente nacional do partido, Marcos Pereira, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

Partido afirma que não houve negociação

Em nota assinada por Marcos Pereira, o Republicanos afirmou que nunca houve qualquer negociação envolvendo apoio eleitoral em troca de uma indicação ao STF.

A legenda também informou que uma pesquisa encomendada pelo partido aponta um sentimento de frustração em relação à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro e indica preferência pela neutralidade na disputa presidencial. Segundo a nota, a posição oficial será definida durante a convenção nacional da sigla.

PL também rebate informação

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, também divulgou uma nota neste domingo (12), classificando como falsa a informação de que o apoio do Republicanos estaria condicionado à indicação de Marcos Pereira ao STF. Segundo o parlamentar, essa hipótese "jamais foi objeto de qualquer conversa ou negociação".

As manifestações ocorrem em meio às articulações para a formação de alianças partidárias para a eleição presidencial. A federação formada por União Brasil e Progressistas (União Progressista), segundo o texto, também não deve apoiar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, em razão de divergências entre lideranças estaduais.

Republicanos tem posições diferentes nos estados

Nesta semana, o ex-ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que, em Pernambuco, o Republicanos apoia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Presidente estadual da legenda, o deputado federal declarou que há estados que defendem uma coligação com Lula, outros que preferem a independência e alguns que apoiam uma aliança com o PL.

O texto também cita que a pré-campanha enfrenta desgastes relacionados a divergências internas no campo da direita e na própria família Bolsonaro.

Entre os episódios mencionados estão a divulgação de uma carta do ex-presidente Jair Bolsonaro, na qual afirma que Flávio Bolsonaro é seu candidato à Presidência e seu "porta-voz", além de declarações da ex-primeira-dama sobre desentendimentos envolvendo o senador durante discussões sobre alianças partidárias no Ceará.

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