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Quem são os DJs da festa que Vorcaro pediu para apagar das redes

Artistas acumulam milhares de acessos nas plataformas e são destaque internacional da música eletrônica

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  • Relatório da PF revela que DJs Solomun, Vintage Culture e Swedish House Mafia tocaram em festa privada em São Paulo.
  • Ex-banqueiro Daniel Vorcaro pediu que Felipe Mourão apagasse postagem sobre evento com os DJs em redes sociais.
  • Festa Madame Satã é destaque na cena underground de São Paulo e contou com nomes de destaque da música eletrônica.
  • Vintage Culture, brasileiro, é o único representante do país entre os artistas e tem carreira internacional com grandes festivais.
  • Swedish House Mafia, trio sueco, é um dos grupos mais conhecidos da música eletrônica mundial e está associado a grandes eventos.
DJs que tocaram em festa privada da noite paulistana | Foto: Divulgação
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Um relatório da Polícia Federal revelou que os DJs Solomun, Vintage Culture e Swedish House Mafia tocaram em uma festa privada em São Paulo.

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, investigado no Caso Master, teria pedido a Felipe Mourão, o “Sicário", apagar uma postagem de outra pessoa sobre o evento que contou com os DJs.

A festa é a famosa Madame Satã que se destaca por fazer parte da cena underground das noites paulistanas.

Saiba quem são os artistas e conheça um pouco da trajetória dos DJs.

VINTAGE CULTURE

Entre os três artistas, o brasileiro Lukas Ruiz, conhecido como Vintage Culture, é o único representante do país. Natural de Mundo Novo (MS), ele ganhou projeção na música eletrônica a partir de remixes de canções de nomes como Pink Floyd e New Order.

Lucas Ruiz - Foto: divulgação 

O produtor se consolidou com uma sonoridade ligada principalmente ao house e ao deep house. Ao longo da carreira, também conquistou espaço em grandes eventos internacionais e no Brasil.

Vintage Culture já integrou o line-up do Rock in Rio em três oportunidades: 2015, 2017 e 2019. O DJ também passou por festivais de grande porte como Tomorrowland, Coachella e Lollapalooza.

Fora dos festivais, o artista teve períodos de apresentações regulares em clubes de Ibiza, na Espanha, e Las Vegas, nos Estados Unidos. 

Esse tipo de sequência de shows em uma mesma casa é conhecido no mercado da música eletrônica como residência.

Entre as músicas de maior alcance estão “I Will Find”, que soma mais de 200 milhões de reproduções no Spotify, e “Slow Down”, com mais de 400 milhões de streams na plataforma.

Considerando as faixas associadas ao artista no Spotify, o catálogo já ultrapassa a marca de 2,8 bilhões de reproduções.

 SOLOMUN

O alemão-bósnio Solomun é outro nome de destaque citado no relatório. Reconhecido por sua atuação na vertente house da música eletrônica, o DJ construiu uma carreira internacional marcada por apresentações em grandes clubes e festivais.

Solomun - Foto: Divulgação 

Seu nome se tornou especialmente conhecido entre os frequentadores da cena eletrônica europeia, com participações em eventos de grande projeção mundial.

 SWEDISH HOUSE MAFIA

Já o Swedish House Mafia é um dos grupos mais conhecidos da música eletrônica mundial. O trio sueco é formado por Axwell, Steve Angello e Sebastian Ingrosso e ganhou projeção internacional com produções que alcançaram as paradas de diversos países.

Grupo Swedish House Máfia - Foto: Divulgação 

O grupo também está associado a grandes festivais internacionais. Steve Angello, um dos integrantes, chegou a se apresentar na edição de 2026 do Tomorrowland.

A trajetória do Swedish House Mafia inclui passagens por alguns dos maiores eventos dedicados à música eletrônica e apresentações para grandes públicos ao redor do mundo.

Embora o relatório da PF tenha colocado os três artistas no contexto da festa realizada em São Paulo, o documento também registra as mensagens em que Vorcaro pede a Felipe Mourão que uma publicação sobre o evento fosse apagada das redes sociais.

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