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Quem é o ex-prefeito alvo da PF por falsificação da carteira de vacinação de Bolsonaro

Imagens flagraram Reis dentro de sua mansão em Xerém enquanto agentes da PF circulavam pelos corredores

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Segunda fase da Operação Venire investiga fraudes em vacinas de familiares de Bolsonaro. Washington Reis, ex-prefeito de Duque de Caxias, é alvo da operação. Primeira fase da operação resultou na prisão de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
Montagem mostra ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-prefeito Washington Reis | Foto: Montagem/MeioNews
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O secretário estadual de Transportes e ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (MDB), foi alvo da Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (4), na segunda fase da Operação Venire. A ação investiga supostas fraudes nos cartões de vacinação da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2022. Mandados de busca e apreensão foram emitidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), para identificar novos beneficiários do esquema fraudulento.

Ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis — Foto: Reprodução

Imagens flagraram Reis dentro de sua mansão em Xerém enquanto agentes da PF circulavam pelos corredores. Além de Reis, Célia Serrano, secretária de Saúde de Duque de Caxias, também é alvo da operação. A imprensa entrou em contato com a Secretaria Estadual de Transportes, o governo do estado e a Prefeitura de Duque de Caxias, mas ainda aguarda resposta.

Washington Reis é alvo de operação da Polícia Federal — Foto: Reprodução

primeira fase resultou na prisão de Mauro Cid

A Operação Venire teve sua primeira fase deflagrada pela PF em maio do ano passado, resultando na prisão do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Mauro Cid, e outros cinco suspeitos. A fraude nos cartões de vacina teria beneficiado o então presidente Jair Bolsonaro, sua filha Laura, assessores e o deputado Gutemberg Reis (MDB-RJ), irmão de Washington Reis.

As investigações indicam que a adulteração ocorreu em 21 de dezembro de 2022, pouco antes de Bolsonaro viajar para os Estados Unidos, visando burlar a regra de vacinação obrigatória do país. Os dados falsificados foram lançados no ConecteSUS e retirados do sistema em 27 de dezembro, conforme relatório da Polícia Federal.

Para mais informações, acesse meionews.com

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