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Pré-candidato ao Senado do Piauí quer investigar OVNIs: ‘Não é surto coletivo’

Em entrevista concedida ao jornalista Eliézer Rodrigues, do Meio News, nesta quarta-feira (22), Dionísio defendeu a criação de uma frente parlamentar para tratar do tema no Congresso Nacional.

Dionísio foi em Barras investigar luzes misteriosas. | Foto: Reprodução
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O pré-candidato ao Senado Dionísio Carvalho (DC) afirmou que pretende levar ao debate nacional a investigação sobre objetos voadores não identificados (OVNIs), após relatar ter recebido uma série de depoimentos sobre supostos avistamentos no Piauí e em outras regiões do país.


PROPOSTA NO SENADO

Em entrevista concedida ao jornalista Eliézer Rodrigues, do Meio News, nesta quarta-feira (22), Dionísio defendeu a criação de uma frente parlamentar para tratar do tema no Congresso Nacional.

"Estou recebendo muitos relatos, muitos depoimentos a respeito disso. Temos que criar uma frente parlamentar para investigar isso no Brasil."

O pré-candidato ressaltou que o assunto deveria ser debatido no Senado, com maior transparência e acesso a informações consideradas sensíveis.


RELATOS E REPERCUSSÃO

Durante a entrevista, Dionísio mencionou diferentes tipos de relatos que, segundo ele, vêm sendo compartilhados por populares.

"O nosso Senado discutir isso, porque eu tenho depoimento de gente com braço queimado por luz, tenho depoimento de luz correndo atrás do povo, tenho depoimento de seres, entendeu?"

Ele também afirmou que os registros não se restringem ao Piauí, mas estariam ocorrendo em várias partes do Brasil.

"E isso não é uma coisa que está acontecendo só no Piauí, não, é no Brasil todo."


CITAÇÃO DE CASOS EM OUTROS ESTADOS

O pré-candidato citou ainda um suposto episódio envolvendo militares em Minas Gerais, como forma de reforçar a necessidade de investigação.

"Em Minas Gerais, recentemente, o comandante, o ex-comandante do Batalhão de Minas Gerais deu um depoimento cheio de militares dizendo que viu naves e seres com o grupo dele."


DEFESA DE TRANSPARÊNCIA

Ao longo da entrevista, Dionísio questionou o ceticismo em torno do tema e defendeu que os relatos sejam tratados com seriedade pelas autoridades.

"Então, é só o Dionísio que está falando? Eu estou ficando doido? Um monte de gente está ficando doido? Não é um surto coletivo. Isso está acontecendo."

Para ele, o assunto envolve interesse público e pode ter implicações mais amplas.

"Vamos levar essa, essa questão, porque é uma questão de informação pública que tem que ser divulgada, que se mantém sigilo aí pelo exército e, ou que seja, agências de inteligência. São informações de segurança nacional, que diz respeito à vida das pessoas e que pode mudar, é, para, para sempre a nossa forma de ver o mundo."

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