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‘Não houve busca’: Defesa de Castro nega que ele tenha sido alvo de operação da PF

Investigação apura gestão fraudulenta e temerária, lavagem de dinheiro e outros crimes relacionados as atividades da Refit

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  • Advogados de Cláudio Castro negam que ele tenha sido alvo da operação da PF deflagrada nesta sexta-feira.
  • Investigação envolve suspeitas de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e crimes contra a ordem econômica.
  • Defesa afirma que não houve busca em endereços vinculados ao ex-governador, incluindo sua residência.
  • Operação Sem Refino teve primeira fase em maio, com apreensão de armas e mais de R$ 1,1 milhão em moedas estrangeiras.
  • Corregedoria Nacional afastou desembargador por decisões favoráveis à Refit, suspeitas de influência na empresa.
Claúdio Castro | Foto: Pedro Ladeira/Folhapress
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Os advogados do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, negam que ele tenha sido alvo da operação da Polícia Federal (PF) deflagrada nesta sexta-feira (14). 

As investigações envolvem suspeitas de gestão fraudulenta e temerária, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, evasão de divisas, manipulação de mercado e crimes contra a ordem econômica relacionados à comercialização de combustíveis.

Segundo a Polícia Federal, a investigação está relacionada às atividades da Refit, empresa que sucedeu a antiga Refinaria de Manguinhos.

O QUE DIZ A DEFESA

Em nota divulgada pela Veja, a defesa do ex-governador diz “desconhece ter sido alvo da operação, não houve busca em nenhum endereço a ele vinculado, inclusive em sua residência” e que “quanto a casa de Petrópolis desconhece pois era alugada e rescindiu o contrato de locação há meses tão logo saiu do Governo”. 

RELEMBRE PRIMEIRA FASE DA OPERAÇÃO

A primeira etapa da Operação Sem Refino foi realizada em 15 de maio deste ano. Na ocasião, foram alvos o desembargador Guaraci de Campos Vianna, integrante da 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), e o ex-governador Cláudio Castro.

Durante a ação, os agentes apreenderam um arsenal de armas e aproximadamente R$ 1,1 milhão em euros e dólares. Em março deste ano, a Corregedoria Nacional de Justiça determinou o afastamento do desembargador após suspeitas de decisões consideradas excessivamente favoráveis ao grupo Refit.

De acordo com os investigadores, as decisões beneficiavam diretamente a refinaria em processos relacionados ao funcionamento da empresa e a disputas envolvendo cobranças tributárias bilionárias.

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