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Lula e Motta devem se encontrar na segunda-feira (25) para discutir fim da escala 6x1

Impasse no modelo de transição dificulta a apresentação do parecer do deputado Leo Prates (Republicanos-BA)

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  • O presidente Lula se encontrar com o líder da Câmara, Hugo Motta, nesta segunda-feira (25), para discutir a transição para reduzir a jornada de trabalho de 44h para 40h.
  • A redução da jornada de trabalho é um dos principais impasses entre apoiadores do governo e o comando da Câmara para aprovação da PEC.
  • O líder do executivo defende que a redução seja feita de uma vez, sem reduzir salário, e sem pagar horas extras.
  • A janela de transição pode ser de 2 a 3 anos ou até 5 anos sem pagamento de horas extras.
Lula e Hugo Motta | Foto: SEAUD/PR
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O presidente Lula irá se encontrar com o líder da Câmara, Hugo Motta, nesta segunda-feira (25) para tratar sobre qual será o período de transição para reduzir a escala da jornada de trabalho de 44h para 40h. 

A transição é um dos grandes impasses entre apoiadores do governo e o comando da Câmara para aprovação da PEC.  

De acordo com o líder do executivo, ao programa “Sem Censura”, afirmou que a redução da jornada de trabalho não representa "nenhum prejuízo à economia":

“Defendemos que a redução seja de uma vez, de 44h para 40h e fim de papo, sem reduzir salário. Obviamente que nós não temos força para aprovar tudo o que a gente quer, nós não temos força. Então tem que negociar", afirmou.

O QUE ESTÁ SENDO DISCUTIDO?

A janela de transição caminha para duas possibilidades até o momento:

  • Uma transição de 5 anos sem pagamento de horas extras;
  • Uma prazo de 2 a 3 anos para que a transição seja feita;

 O prazo mais longo para a transição começou a ser considerado pelo governo após forte resistência do Centrão e alas ligadas ao lobby patronal em aceitar uma vigência brusca da mudança ainda neste ano.

Lula reconhece que a necessidade de estabelecer um diálogo neste quesito, mas diz que deve haver um limite:

“Não dá para aceitar ficar 4 anos para reduzir meia hora por ano, uma hora por ano. Aí é brincar de fazer redução", afirmou.

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