- Presidente Lula e senador Alcolumbre visitam navio-sonda da Petrobras na Margem Equatorial, no Amapá.
- Visita ocorre após identificação de hidrocarbonetos em poço na Bacia da Foz do Amazonas.
- Alcolumbre é defensor da exploração de petróleo na região, que inclui a costa do Amapá.
- Reaproximação política entre Lula e Alcolumbre após rejeição da indicação de Messias ao STF.
- Senador avança PEC que acaba com escala 6x1 e tramita projeto de marco legal para minerais críticos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), visitam nesta segunda-feira (17) o navio-sonda da Petrobras que realiza atividades de prospecção de petróleo em águas profundas na Margem Equatorial, na região da Foz do Amazonas, no município de Oiapoque, no extremo norte do Amapá.
Os dois viajaram juntos no mesmo avião até o município. A agenda ocorre poucos dias após a Petrobras anunciar, na sexta-feira (14), a identificação de hidrocarbonetos em um poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, no litoral do Amapá. A presença de hidrocarbonetos indica a existência de petróleo ou gás natural na área.
Senador pelo Amapá, Alcolumbre é um dos principais defensores da exploração de petróleo na Margem Equatorial, região que inclui a costa do estado.
Reaproximação
A visita também ocorre em meio à reaproximação política entre Lula e Alcolumbre, que ficaram meses afastados após a rejeição, pelo Senado, da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Nas últimas duas semanas, os dois se encontraram três vezes. Após as reuniões, Alcolumbre passou a destravar no Senado algumas das principais pautas de interesse do governo federal para 2026.
Entre as medidas que avançaram está a PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. A proposta foi encaminhada por Alcolumbre à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), assim como a PEC da Segurança.
O presidente do Senado também anunciou o avanço da tramitação do projeto que cria o marco legal para minerais críticos e terras raras. A proposta deve ser analisada pela Comissão de Infraestrutura (CI).