- Lula incentiva Trump a sorrir durante encontro na Casa Branca.
- Presidente brasileiro afirma que o sorriso ajuda a tornar o ambiente mais leve.
- Reunião entre Lula e Trump durou aproximadamente três horas, incluindo almoço.
- Lula brinca com Trump sobre restrições de vistos para jogadores brasileiros na Copa do Mundo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (7) que incentivou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a sorrir durante o encontro realizado na Casa Branca. Segundo Lula, o gesto ajuda a tornar o ambiente mais leve.
“Eu sempre acho que a fotografia vale muito e vocês perceberam que o presidente Trump rindo é melhor do que ele de cara feia e eu fiz questão de dizer para ele: ria um pouco, é importante, alivia a nossa alma se a gente rir um pouco”, declarou o presidente brasileiro.
De acordo com Lula, Trump reagiu com bom humor ao comentário. O petista afirmou ainda que o norte-americano “aprendeu que rir é muito bom”.
A reunião entre os dois chefes de Estado começou por volta das 12h15, no horário de Brasília, e contou com encontro entre autoridades dos dois países, seguido de almoço. O compromisso durou aproximadamente três horas.
Durante a conversa, os presidentes também falaram sobre a próxima Copa do Mundo, que terá os Estados Unidos como uma das sedes. Lula afirmou que brincou com Trump sobre a possibilidade de restrições de vistos para os jogadores brasileiros.
“Ele me perguntou da Copa do Mundo, se a seleção brasileira estava boa. E eu falei: ‘Olha, eu espero que você não venha a anular o visto dos jogadores da Seleção. Por favor, não faça isso porque nós vamos vir aqui para ganhar a Copa’”, relatou.
Ao comentar o resultado do encontro, Lula disse ter saído satisfeito da reunião e reforçou a disposição do Brasil em dialogar com os Estados Unidos sobre diferentes temas, destacando, porém, que não abre mão da soberania nacional e da democracia.
“Não tenho assunto proibido. A única coisa que não abrimos mão é da nossa democracia e da nossa soberania. O resto é tudo discutível”, afirmou.