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Justiça barra tentativa de suspender eleição da Alerj em meio a crise política no RJ

Sessão para escolha do novo presidente da Assembleia está marcada para esta sexta-feira (17) em que o cenário político do RJ deve ganhar novos rumos

Sessão na Alerj | Foto: Thiago Lontra/Alerj
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O pedido de suspensão das eleições do novo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro foi vetado pela Justiça do estado. A solicitação havia sido feita pelo deputado Luiz Paulo (PSD). A eleição está marcada para esta sexta-feira (17), a partir das 11h. 

O QUE DIZ A DECISÃO?

De acordo com a desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Suely Lopes Magalhãesas irregularidades apontadas pelo deputado na verdade dizem respeito ao regulamento da Alepi, como o prazo de convocação e o tipo de votação se seria aberta ou fechada.

O parlamentar pedia a suspensão das eleições a fim de que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidisse o modelo da escolha do novo governo do estado. 

RENÚNCIA DE CLÁUDIO CASTRO

Após o ex-governador Cláudio Castro (PL) se tornar inelegível renunciar o cargo, quem assumiu a função foi o desembargador Ricardo Couto. De acordo com a legislação, quem deveria estar à frente do governo seria o presidente da Alerj que também se encontra em uma situação complicada após a suspensão de Rodrigo Bacellar (União).

Claúdio Castro e Rodrigo Bacellar - Foto: Reprodução 

Desta forma, Couto se tornou o terceiro na linha de sucessão. Magalhães baseou sua decisão partindo do pressuposto de que sem a realização da votação, a Alerj estaria impedida de eleger sua mesa diretora por prazo indeterminado. 

“Representaria uma interferência desproporcional e indevida nos assuntos internos e na autonomia do Parlamento fluminense”, pontuou.

Também foi determinado que Couto continue no governo até decisão do Supremo, mesmo sendo eleito novo presidente da Assembleia.

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