- Flávio Bolsonaro lançou campanha eleitoral em Copacabana, com esposa Fernanda protagonizando momento marcante.
- Fernanda Bolsonaro discursou sobre segurança da mulher e escreveu "o Brasil vai vencer" na camisa do marido.
- Flávio homenageou pai, criticou Lula e destacou propostas para segurança pública em discurso no evento.
- Fernanda surgiu como ponte para diálogo com público feminino, reforçando apoio ao candidato.
- Débora Rodrigues foi condenada a 14 anos por participação em atos golpistas e vandalismo na Corte.
Durante o ato de lançamento da campanha eleitoral do candidato a presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), uma nova figura surgiu no cenário político, a esposa do senador, Fernanda Bolsonaro. Ela discursou sobre a importância da segurança da mulher, e protagonizou um dos momentos mais marcantes do evento, quando escreveu com um batom na camisa do marido "o Brasil vai vencer".
O ato aconteceu neste domingo (26), na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Flávio estava em cima de um trio elétrico acompanhado de Fernanda e demais apoiadores. Em seu discurso, Flávio homenageou o pai, Jair Bolsonaro, falou sobre propostas para a segurança pública e teceu críticas ao atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Voto feminino
Além das recentes discussões públicas com a madrasta, Michelle Bolsonaro (PL), e as tentativas frustradas da campanha de Flávio tentar emplacar uma candidata a vice-presidente mulher, Fernanda surgiu como uma ponte para o diálogo com o público feminino.
Em sua participação no evento, ela direceiou a fala para todas as mulheres do Brasil.
"O Brasil vai vencer! Com Flávio Bolsonaro, as mulheres vão ter mais oportunidades, vão ter mais segurança, e quando as mulheres vencem, a família inteira vence. O Brasil inteiro vai vencer com Flávio Bolsonaro 22".
Relembre o caso
Débora Rodrigues dos Santos foi condenada no dia 25 de abril de 2025 pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 14 anos de prisão, acusada de participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e de pichar a frase "Perdeu, mané" na estátua A Justiça, localizada em frente ao edifício-sede da Corte.
A condenação a 14 anos por cinco crimes foi obtida pelos votos dos ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, Flávio Dino e Cármen Lúcia. Cristiano Zanin votou pela condenação a 11 anos, e Luiz Fux aplicou pena de um ano e seis meses de prisão.