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Diretora do Serviço Secreto dos EUA cede à pressão e renuncia cargo após atentado contra Trump

Kimberly Cheatle admitiu que o Serviço Secreto enfrentou a “falha mais significativa em décadas” na segurança do evento

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Kimberly Cheatle, diretora do Serviço Secreto, renunciou após falha de segurança no atentado contra Trump. Investigação do FBI revela que o atirador fez reconhecimento do local com drone, expondo falhas na proteção presidencial. Diretoria do FBI prestará depoimento, e uma força-tarefa bipartidária será criada para coordenar as investigações sobre o atentado.
Montagem mostra atentado contra Donald Trump e Kimberly Cheatle | Foto: Montagem/MeioNews
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Kimberly Cheatle, diretora do Serviço Secreto dos EUA, renunciou ao seu cargo nesta terça-feira (23) em meio à crescente pressão sobre a agência de segurança após o atentado contra o ex-presidente Donald Trump. Cheatle estava sob intenso escrutínio desde a tentativa de assassinato ocorrida em 13 de julho, quando Trump foi alvejado na orelha por um tiro de fuzil AR-15 durante um comício na Pensilvânia.

Em depoimento ao Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes, Cheatle admitiu que o Serviço Secreto enfrentou a "falha mais significativa em décadas" na segurança do evento. A diretora assumiu total responsabilidade pela falha, que levou a um clamor público e político por sua renúncia. Apesar de inicialmente afirmar que não deixaria o cargo, a pressão de membros dos partidos democrata e republicano tornou sua saída inevitável.

Kimberly Cheatle, diretora do Serviço Secreto dos EUA - Foto: Reprodução

atentado sob investigação do FBI

A investigação sobre o atentado está em andamento pelo FBI, que revelou que o atirador, Thomas Matthew Crooks, realizou um reconhecimento do local do comício usando um drone. A descoberta das falhas na segurança do evento contribuiu ainda mais para o escrutínio sobre Cheatle e a eficácia do Serviço Secreto.

Na quarta-feira (24), o diretor do FBI, Christopher Wray, prestará depoimento ao Comitê Judiciário da Câmara, enquanto o presidente da Câmara, Mike Johnson, pretende criar uma força-tarefa bipartidária para coordenar as investigações. O caso continua a revelar lacunas na segurança presidencial e a gerar discussões sobre a proteção de líderes políticos dos EUA.

Para mais informações, acesse meionews.com

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