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Defesa de Vorcaro pede transferência para a “Papudinha” ao STF

Pedido foi apresentado após a PF rejeitar proposta de delação premiada do banqueiro

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  • A defesa de Daniel Vorcaro pediu transferência para a "Papudinha", um batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.
  • O objetivo é assegurar melhor segurança pessoal e afastá-lo dos pavilhões comuns do sistema penitenciário.
  • A Polícia Federal rejeitou a proposta de delação premiada apresentada por Vorcaro, citando omissão de informações relevantes.
  • O ministro André Mendonça decidirá sobre a transferência e já manteve medidas restritivas contra familiares de Vorcaro.
Imagens de Daniel Vorcaro na prisão | Foto: Reprodução
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A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a transferência dele para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”.

A solicitação foi encaminhada ao ministro André Mendonça, relator das investigações ligadas à Operação Compliance Zero.

Pedido busca custódia especial

A Papudinha é destinada a policiais e ex-policiais militares presos, além de detentos com direito a foro por prerrogativa de função ou que possuem garantia de custódia especial, como advogados e autoridades, a depender de decisão judicial.

Segundo a defesa, a transferência tem como objetivo assegurar melhores condições de segurança pessoal para Vorcaro, além de mantê-lo afastado dos pavilhões comuns do sistema penitenciário do Distrito Federal.

A petição foi direcionada ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF | Foto: Gustavo Moreno/STF 

PF rejeitou proposta de delação

O pedido ocorre após a Polícia Federal rejeitar formalmente a proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro. De acordo com a corporação, houve omissão de informações relevantes por parte de Vorcaro.

Caberá agora ao ministro André Mendonça decidir se autoriza ou não a transferência.

Recentemente, o magistrado manteve medidas restritivas contra familiares de Vorcaro. A justificativa apresentada foi a suspeita de que estruturas ligadas ao banco estariam atuando paralelamente para intimidar testemunhas e destruir provas no curso das investigações.

Caso o pedido seja negado, Vorcaro permanecerá sob custódia nas instalações convencionais do sistema prisional.

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