- O Brasil cresceu 46% no turismo internacional entre 2020 e 2025, ficando em quarto lugar global.
- O país superou a Argentina e o Peru, que tiveram quedas de -23% e -22% respectivamente.
- A OCDE destaca a infraestrutura, segurança e diversidade como fatores que impulsionaram o turismo brasileiro.
- No primeiro semestre de 2026, o Brasil recebeu 5,2 milhões de turistas, gerando US$ 5,6 bilhões em divisas.
- O turismo brasileiro contribui para empregos, renda e desenvolvimento regional, segundo relatório da OCDE.
O Brasil alcançou a marca de quarto país do mundo em que se registra o maior crescimento do turismo internacional, conforme relatório Tendências e Políticas do Turismo, produdizido pela OCDE (OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), fórum internacional criado em Paris em 1960, que reúne países de alta renda e se destina a debater políticas públicas, economia e comércio.
Os dados avaliados pelo relatório da OCDE referem-se ao período pós-pandemia e mostram que no Brasil o número de turistas internacionais nos destinos nacionais saltou de 6,3 milhões para 9,3 milhões, fortalecendo o país na competitividade do mercado global do turismo.
O Brasil cravou um crescimento de 46% no volume de visitantes estrangeiros entre 2020 e 2025, a maior ocupação histórica, ficando em quarto lugar entre os países avaliados pelo Relatório de Tendências e Políticas do Turismo.
Esse desempenho extraordinário coloca o Brasil na dianteira de concorrentes de grande peso, que historicamente sempre foram objeto de desejo de viajantes mundiais, como o Japão, Portugal, Espanha e França. Essa superação é verdadeiramente para poucos, pois se trata de uma façanha inimaginável até há bem pouco tempo.
O Brasil também avançou na Amércia do Sul, batendo países como a Argentina, onde no mesmo período houve uma queda de -23% e Peru, com -22%.
Esse avanço expressivo, na avaliação do presidente da Agência da OCDE, Bruno Reis, decorre de uma série de fatores que expõem o Brasil como atraente, diverso, repleto de belezas, detentor de ampla infraestrrutura e e bastante seguro quando se compara com países historicamente turísticos, mas dominados por conflitos armados, por guerras que afastam os visitantes.
Esses registros apresentados no relatório sobre o período pós-pandemia convergem para confirmar essa tendência de relevância do Brasil em relação à recepção de turistas internacionais, pois as informações atuais dessa movimentação crescente indicam que no primeiro semestre destre ano de 2026, o número de visitantes estrangeiros já atinge 5,2 milhões, em apenas metade do ano, quando o maior volume de turistas- de acordo com as comprovações históricas-, ocorre justamente no segundo semestre.
Só agora em 2026, o nível de divisas deixadas por esses viajantes no Brasil já soma US$ 5,6 bilhões, representando 12% de crescinento do dinheiro deixado em nosso país na comparação com o mesmo período do ano passado.
Além das condições intrínsecas relacionadas às vantagens que o Brasil oferece ao turista interrnacional, o relatório da OCDE mostra também que as estratégias empresariais, casadas com os esforços que o Governo Federal vem empreendendo, foram decisivas para ampliar as iniciativas de promoção turística em feiras internacionais, realização de "press trips", famtours e outras ações.
As notícias são muito boas para o Brasil, pois o turismo segue desempenhando papel relevante na economia global, impulsionando empregos, gerando renda, e investimentos, e desenvolvimento regional. Nas economias analisadas pela OCDE, o setor continua, em todo o mundo, apresentando trajetória de recuperação e expansão, com crescimento da demanda por viagens internacionais e fortalecimento das connectividades entre nações, embora algumas países, como é o caso bem próximo, da Argentina e do Peru, não venham conseguindo se reerguer nesse campo do desenvolvimento turístico.