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PSD anuncia ruptura total com o MDB: sem fusão para estadual e federal

Deputado ainda negou que tenha proposto retirar a pré-candidatura do seu irmão Júlio César Filho.

Georgiano Neto anuncia ruptura total da fusão entre o PSD e MDB. | Reprodução/Facebook

As articulações entre PSD e MDB visando uma composição conjunta para as eleições da Assembleia Legislativa do Piauí e Câmara Federal foram definitivamente encerradas. A informação foi confirmada pelo deputado estadual Georgiano Neto, que afastou a retomada da parceria. 


NEGOCIAÇÕES ENCERRADAS

Em conversa com a coluna na noite desta quinta-feira (19), o parlamentar foi categórico ao afirmar que não houve avanço nas tratativas com o MDB. O deputado fez uma última tentativa. 

"O PSD vai fazer sua chapa proporcional", cravou.


RUMORES NEGADOS

Georgiano Neto também rechaçou informações de bastidores que apontavam uma possível concessão por parte do partido para viabilizar o acordo com o MDB. Segundo ele, não houve qualquer proposta envolvendo a retirada da pré-candidatura de seu irmão Júlio César Filho.

"Não procede".

DEPUTADO PUBLICA DESABAFO

Em desabafo nas redes sociais, Georgiano explicitou a ruptura e como se deu o processo na visão do PSD.

Após a decisão extemporânea do MDB de romper o acordo de fusão cruzada com o PSD na formação de chapas proporcionais e da rejeição às nossas tentativas de reconciliação, estão encerradas as negociações.

Diante da descontinuidade desse acordo firmado entre as duas siglas em março de 2025, resta ao PSD lutar pelo seu fortalecimento com o lançamento de chapas para deputado estadual e federal.

Convidamos a militância, simpatizantes e todos os piauienses que desejam entrar na vida pública para essa construção coletiva. Seja a mudança na política que você deseja, filie-se ao PSD e participe diretamente das eleições 2026. Juntos, construiremos um partido cada vez mais forte e, sobretudo, independente.

No campo majoritário, reafirmamos nosso compromisso com o Time do Povo, chapa completa, liderada pelo governador Rafael Fonteles, presidente Lula e o ministro Wellington Dias.  

 

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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