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Após alerta de desabastecimento, Wellington Dias descarta risco de falta de gás em Teresina

Ministro afirma que informação é falsa e diz que governo tem R$ 4,7 bilhões garantidos para o programa.

Ministro durante evento em Teresina | Raíssa Marais/MeioNews

O ministro Wellington Dias desmentiu, nesta sexta-feira (10), a informação de que Teresina poderia enfrentar uma falta de gás de cozinha. A declaração foi feita durante coletiva de imprensa no evento da etapa estadual do Fundo Nacional de Assistência Social, realizado no Piauí.

A fala do ministro rebate diretamente o alerta feito pelo vice-presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Piauí (Sindirgas), Tiago Pinheiro, que havia apontado risco iminente de desabastecimento na capital..

ENTENDA

Na última quarta-feira (08), o vice-presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás do Piauí (Sindirgas), Tiago Pinheiro, alertou para o risco iminente de falta de gás na capital. De acordo com ele, o GLP consumido em Teresina vem sendo abastecido a partir de estados como Ceará e Bahia, onde as revendedoras estariam enfrentando dificuldades para aquisição do produto.

O GLP, conhecido popularmente como “gás de cozinha”, é composto por uma mistura de propano e butano, derivados do refino de petróleo ou do processamento de gás natural.

Outro ponto levantado pelo representante do sindicato foi a operação do programa Gás do Povo. Segundo ele, após reajustes recentes, o botijão estaria chegando às distribuidoras por valores superiores a R$ 105, enquanto o repasse ao consumidor beneficiado pelo programa ocorre por cerca de R$ 102,60, o que poderia impactar a sustentabilidade da cadeia de abastecimento.

MINISTRO NEGA

Ao comentar o tema, Wellington Dias classificou como falsas as informações sobre falta de repasse por parte do governo federal. Ele afirmou que há cerca de R$ 4,7 bilhões garantidos para o programa em todo o país e que não faltarão recursos para atender a população.

O ministro também reconheceu que podem ser necessários ajustes na relação com as distribuidoras, mas reforçou que o objetivo do governo é evitar aumentos no preço do gás e de outros itens essenciais. Ele ainda citou medidas adotadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para conter reajustes nos combustíveis e insumos agrícolas.

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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