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Bolsonaro vai bater martelo sobre nome para substituir Cláudio Castro ao Senado

Cláudio Castro desiste do Senado e Bolsonaro decidirá o novo candidato do PL no RJ entre Sóstenes, Portinho e Jordy. Entenda as movimentações do partido.

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  • Cláudio Castro desiste da candidatura ao Senado no Rio.
  • Jair Bolsonaro decidirá quem assumirá a candidatura do PL.
  • Ex-presidente se reunirá com Flávio Bolsonaro para discutir o nome.
  • Lista tríplice de possíveis substitutos será apresentada a Bolsonaro.
Bolsonaro vai bater martelo sobre nome para substituir Cláudio Castro ao Senado | Foto: Divulgação
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A desistência do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro da disputa ao Senado abriu uma nova movimentação nos bastidores do PL. A definição sobre quem assumirá a candidatura do partido ficará nas mãos do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A expectativa é de que Bolsonaro se reúna entre esta quinta-feira (28) e sexta-feira (29) com o senador Flávio Bolsonaro para discutir e bater o martelo sobre o nome que representará a legenda na corrida ao Senado pelo Rio de Janeiro. A mudança ocorre em meio às articulações do PL para as eleições de 2026 e reforça a influência direta do ex-presidente nas decisões estratégicas do partido.

Uma lista tríplice será levada ao ex-presidente com os possíveis substitutos:

  • Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara
  • Carlos Portinho, senador
  • Carlos Jordy, deputado federal

A expectativa é que a definição aconteça após o encontro entre Jair e Flávio Bolsonaro.

Cláudio Castro (PL), ex-governador do Rio de Janeiro, anunciou nesta quinta que desistiu da pré-candidatura ao Senado. Nos últimos 15 dias, Castro foi alvo de 2 operações da Polícia Federal (PF). O ex-governador declarou que recuou da postulação para se dedicar integralmente à sua defesa e à família.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Castro disse que os últimos dias têm sido "muito difíceis" e que a decisão de desistir da candidatura foi a "mais difícil" de sua vida".

"Minha família está passando por momentos que jamais imaginei que ia passar. Dias de dor, de exposição, de mentiras, de narrativas - muito pior que a mentira é a meia-verdade. O que transforma atos corretos em tentativas de criminalizar o que era correto".

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