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Tenente acusado de matar esposa dizia ser 'macho alfa' e ela deveria ser 'submissa'; veja prints - Indenização de R$ 100 mil

Geraldo Neto mandou diversas mensagens misóginas para Gisele Alves antes do crime, a proibindo de conversar e cumprimentar outros homens: 'Lugar de mulher é em casa cuidando do marido' - Indenização de R$ 100 mil

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Indenização de R$ 100 mil

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Futuramente, a Justiça comum e a Justiça Militar decidirão quem será responsável por julgar o caso. Como o feminicídio é considerado crime doloso contra a vida e não um crime militar, a tendência é que o processo siga na Justiça comum.

Nesse caso, o oficial poderá ser julgado pelo Tribunal do Júri, onde sete jurados decidirão se ele deve ser condenado ou absolvido. A Promotoria pediu ainda que, em caso de condenação, seja fixada indenização mínima de R$ 100 mil a ser paga aos familiares da vítima.

Na denúncia, o MP afirma que o oficial matou Gisele “por razões da condição do sexo feminino”, no contexto de violência doméstica, por motivo torpe e com recurso que dificultou a defesa — o que caracteriza o crime de feminicídio.

Numa das conversas, ela disse que estava "solteira" e ele respondeu: "Nunca. Jamais".

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