Tenente acusado de matar esposa dizia ser 'macho alfa' e ela deveria ser 'submissa'; veja prints
- 'Macho Alfa', se definiu
Geraldo Neto mandou diversas mensagens misóginas para Gisele Alves antes do crime, a proibindo de conversar e cumprimentar outros homens: 'Lugar de mulher é em casa cuidando do marido'
- 'Macho Alfa', se definiu
Para a acusação, ele matou a esposa por ciúmes e possessividade. "Eu te trato como todo homem macho alfa trata sua esposa. Com amor, carinho, atenção e autoridade de Macho Alfa provedor e fêmea beta obediente e submissa. Como toda mulher casada deve ser", escreveu o coronel.
Segundo os investigadores, o teor das conversas demonstram um perfil autoritário e controlador de Geraldo sobre Gisele. O oficial condenava a independência dela, proibindo-a, por exemplo, de cumprimentar outros homens e de vestir roupas justas.
"Não cumprimentar homens com beijo no rosto e abraços", escreveu Geraldo. "Lugar de mulher é em casa cuidando do marido e não na rua caçando assunto" e "Rua é lugar de mulher solteira a procura de macho."