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STJ nega recurso que pedia volta de Alexandre Nardoni e Jatobá à prisão

Associação LGBTQIAPN+ pediu investigação sobre regime aberto dos condenados e pedido foi negado

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  • STJ nega pedido de liberdade de Nardoni e Jatobá por irregularidades no processo.
  • Os dois foram condenados por homicídio de Isabella Nardoni, em 2008, em São Paulo.
  • Pedido da Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ foi julgado pela 5ª Turma do STJ.
  • Recurso foi rejeitado por falta de comprovação de irregularidades no recolhimento das custas.
  • Casal alega que um terceiro cometeu o crime e nega envolvimento na morte da menina.
STJ nega recurso que pedia revogação de regime aberto de Nardoni e Jatobá | Foto: Reprodução
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O recurso que solicitava a volta de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta quarta-feira (2). Os dois foram condenados pela morte de Isabella Nardoni, e estão em regime aberto.

O pedido foi apresentado pela Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ e foi julgado pela 5ª Turma da corte entre 27 de agosto e esta quarta-feira (2).

O QUE DIZ O PEDIDO

De acordo com o pedido protocolado, Nardoni e Jatobá teriam infringido termos para ter direito ao regime aberto. Dentre os pontos citados estão dúvidas sobre a rotina de trabalho de Alexandre, assim como, os horários possivelmente não autorizados e o endereço informado às autoridades. 

O STJ foi negado por unanimidade por terem sido identificadas irregularidades no recolhimento das custas do processo.

RELEMBRE O CASO ISABELLA NARDONI 

A pequena Isabella Nardoni morreu aos cinco anos de idade em 2008 na zona Norte de São Paulo. De acordo com as investigações, a menina foi jogada pela janela do sexto andar do prédio onde morava com o pai, Alexandre Nardoni, e sua madrasta, Anna Carolina Jatobá.

Os dois negam o crime e alegam que um criminoso entrou no apartamento. O casal foi condenado por homicídio triplamente qualificado e fraude processual. Alexandre recebeu pena de 31 anos, 1 mês e 10 dias de reclusão, agravada pelo fato de o crime ter sido cometido contra a própria filha. Anna Carolina Jatobá foi condenada a 26 anos e 8 meses de reclusão.

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