Seu advogado, Dan Cohen, afirmou que Michaela não tinha intenção de matar o clidente, argumentando que, embora o consentimento não seja uma defesa legal, é "certamente um fator atenuante". "Não houve intenção de matar e nem tentativa de encobrir o ocorrido. E ela agiu de forma apropriada quando percebeu que isso era um problema. Definitivamente, há um elemento consensual. Não apenas algo com que ele consentiu, mas algo que ele buscou ativamente", declarou ele.