Dois homens presos em flagrante após a morte de Maria Eduarda, afirmaram em depoimento à Polícia Civil não se lembrarem de quem era a responsabilidade pela instalação e checagem dos equipamentos de segurança antes do salto. Um dos presos, Luis Felipe Feliciano Egoroff, 32, disse à polícia que a equipe cobrava R$ 180 por salto e não seguia uma divisão fixa de funções. De acordo com ele, a conferência dos equipamentos era realizada de forma compartilhada.
"Às vezes a gente, tipo assim, não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso", afirmou. Questionado pelos investigadores se era ele o responsável por instalar o equipamento de segurança ou realizar a fiscalização final antes do salto de Maria Eduarda, Luis Felipe respondeu que não se lembrava.