Segundo a Polícia Civil, o grupo criminoso não atuava apenas no transporte e distribuição de drogas. A estrutura também teria sido montada para lavar dinheiro e dificultar o rastreamento dos valores obtidos com o tráfico.
Entre os mecanismos apontados pelos investigadores estão:
• empresas de fachada em diferentes estados
• uso de “laranjas” para ocultar patrimônio
• plataformas ilegais de apostas, as chamadas bets clandestinas
• pulverização de valores em diversas regiões do país, especialmente no Norte
Para a polícia, esse modelo permitia disfarçar a origem do dinheiro e dar aparência de legalidade aos recursos movimentados pela organização.