De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava uma rede de movimentações financeiras para esconder a origem do dinheiro obtido com o tráfico de drogas.
A investigação aponta que imóveis, veículos e outros patrimônios eram registrados em nome de pessoas sem capacidade financeira compatível, além do uso de contas bancárias de terceiros para dificultar o rastreamento dos recursos.