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Mulher admite ter matado cliente por asfixia após receber R$ 54 mil para fetiche

De forma consensual, homem teve a boca coberta com fita adesiva e ficou com plástico em volta da cabeça por oito minutos

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  • Michaela Rylaarsdam admitiu causar morte durante sessão de asfixia erótica em San Diego.
  • A vítima, Michael Dale, recebeu US$ 11 mil para participar do encontro e morreu após oito minutos sob plástico.
  • A defesa afirmou que não houve intenção de matar e destacou que a prática havia sido solicitada pelo próprio cliente.
  • Michaela deve ser sentenciada em abril com pena de aproximadamente quatro anos de prisão.
Michaela Rylaarsdam e o marido | Foto: Reprodução/Instagram
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Michaela Rylaarsdam, de 32 anos, admitiu em tribunal de San Diego ter causado a morte do cliente Michael Dale durante uma sessão envolvendo asfixia erótica, prática considerada de alto risco.

O QUE ACONTECEU?

Segundo o caso apresentado à Justiça, Michaela recebeu cerca de US$ 11 mil para participar do encontro. Durante a sessão, ela colocou fita adesiva na boca do cliente e um saco plástico sobre a cabeça dele. Como Michael estava com as mãos amarradas, não conseguiu retirar o plástico.

Após cerca de oito minutos, Michaela percebeu que o homem estava em estado grave e acionou o serviço de emergência 911. Os paramédicos tentaram socorrê-lo, mas Michael foi declarado com morte cerebral no dia seguinte.

O QUE DISSE A DEFESA?

A defesa afirmou que não houve intenção de matar e destacou que a prática havia sido solicitada pelo próprio cliente. Michaela deve ser sentenciada no próximo mês, e a expectativa é de uma pena de aproximadamente quatro anos de prisão.

O caso reacendeu debates nos Estados Unidos sobre os riscos da chamada “asfixia erótica”, prática sexual que envolve restrição de oxigênio para aumento do prazer e que pode levar rapidamente à perda de consciência, lesões cerebrais e morte acidental.

(Com informações do Page Not Found/Extra)

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