- Motoboy de 29 anos é investigado por furto de sete calcinhas em residências de Cajamar.
- Vítimas compartilharam imagens de câmeras que ajudaram a identificar o suspeito.
- Homem foi localizado por meio da placa da motocicleta usada nos crimes.
- Investigação aponta que furtos ocorreram durante o trabalho do suspeito.
- Caso segue sob investigação, com o suspeito ainda em liberdade.
Um motoboy de 29 anos, de Jundiaí (SP), é investigado pelo furto de ao menos sete calcinhas em residências de Cajamar, na região metropolitana de São Paulo. Segundo a investigação, os crimes ocorreram durante a noite, enquanto o homem trabalhava como entregador. O caso ganhou repercussão depois que vítimas compartilharam imagens de câmeras de segurança que registraram os furtos.
Imagens ajudaram na investigação
Nas gravações divulgadas pelas vítimas, um homem com mochila de entregador de comida aparece pulando os muros das residências durante a noite e retirando peças íntimas dos imóveis.
As imagens circularam pelas redes sociais durante cerca de um mês e fizeram com que o suspeito passasse a ser chamado de “ladrão de calcinhas” no município.
Apesar da repercussão na internet, o caso só chegou oficialmente às autoridades depois que uma das vítimas procurou a polícia e registrou um boletim de ocorrência.
Moto levou até o suspeito
A Polícia Civil de Cajamar iniciou as buscas a partir das imagens compartilhadas e utilizou também o sistema de monitoramento do município para identificar características do veículo usado nos crimes.
Os investigadores conseguiram chegar à placa da motocicleta. O veículo estava registrado em nome de uma idosa, mas, durante a apuração, a polícia identificou que a moto era utilizada pelo genro dela.
As investigações apontaram ainda que o suspeito utilizava o veículo para trabalhar como motoboy e que os furtos teriam sido praticados durante o período em que estava trabalhando.
Caso continua sob investigação
O homem não foi preso em flagrante e, por isso, acabou liberado. As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias dos furtos e reunir outros elementos sobre os crimes.
Até o momento, conforme as informações apresentadas, ao menos sete peças íntimas são apontadas como furtadas.