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Menina de 9 anos sai para comprar remédios e some: 31 anos depois, caso segue sem resposta

Informações levantadas pela polícia na época indicam que a menina chegou até a farmácia, em Florianópolis, mas não voltou para casa

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  • Elicéia Silveira, de 9 anos, desapareceu em 18 de março de 1995 em Florianópolis, sem deixar rastros.
  • Seu sumiço completou 31 anos em 2026, sendo a criança feminina mais desaparecida da capital catarinense.
  • IGP-SC realizou progressão digital para retratar Elicéia com cerca de 30 anos, ajudando nas buscas.
  • Mãe relatou pressentimento ruim no dia do desaparecimento e registrou boletim de ocorrência após horas de buscas.
  • Interpol inclui Elicéia na lista amarela com cicatriz no dedão direito como característica identificadora.
Elicéia seria uma adulta com 40 anos atualmente | Foto: Reprodução
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Parecia mais um dia comum na vida da criança Elicéia Silveira que, naquele 18 de março de 1995, tinha apenas 9 anos. No entanto, ao sair para ir até a farmácia para comprar remédios em Florianópolis, nunca mais foi vista. O sumiço dela completou 31 anos em 2026, sem qualquer resposta sobre o paradeiro da menina, considerada a criança do sexo feminino a mais tempo desaparecida na capital catarinense.

Atualmente, Elicéia seria uma adulta com 40 anos. Para ajudar nas buscas, o Instituto Geral de Perícias (IGP-SC) realizou uma progressão digital a partir de uma foto da menina de quando ela desapareceu. Dessa forma, foi possível retratá-la com cerca de 30 anos.

Mãe relata pressentimento ruim no dia do desaparecimento

As informações levantadas pela polícia na época indicam que a menina chegou até a farmácia, mas não voltou para casa. Há 10 anos, em 2015, a mãe de Elicéia, Maria Inês Silveira, disse, em depoimento à Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), em uma série especial sobre crianças desaparecidas, que teve um pressentimento ruim no dia que a menina desapareceu e foi atrás dela.

Ela procurou em amigos, vizinhos, mas nada. Horas depois, registrou um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento da filha. No dia, inclusive, Maria Inês foi parar no hospital pois passou muito mal e, até hoje, não conseguiu se recuperar, com a saúde fragilizada devido ao impacto emocional.

Lista amarela da Interpol

O caso ficou conhecido nacionalmente e até fora do país principalmente pelas pessoas de todo o Brasil que tentaram se passar por Elicéia. No entanto, exames de DNA revelaram as farsantes. Atualmente, a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), onde o nome da menina consta na lista amarela de desaparecidos, cita uma cicatriz no dedão direito como característica que possa ajudar a identificar a menina.

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