Um dos pontos de destaque no relatório fotográfico da PF foi o registro de um painel no escritório de Vorcaro contendo um organograma desenhado à mão.
A anotação trazia o nome "Titan Cayman", identificado pela corporação como uma possível "trust" nas Ilhas Cayman, paraíso fiscal no Caribe, com conexões em linha com a "Master Holding".
De acordo com o relato de uma advogada da empresa aos policiais, os negócios teriam sido realizados na noite anterior à operação. Além da lousa corporativa, a PF apreendeu pastas com contratos de negociação de bens e valores imobiliários.
Além disso, a equipe policial apreendeu computadores, que estavam protegidos por senha, para auxiliar nas investigações.