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Empresário Ivo Kos é preso e levado para cadeia superlotada em São Paulo

Empresário é acusado de agredir a esposa e está detido preventivamente no Complexo Penal II, na zona oeste da capital.

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  • Empresário Ivo Kos, de 48 anos, está preso preventivamente após agredir esposa, Giullia Falcão Kos, em São Paulo.
  • Agressões ocorreram dentro do carro e na residência do casal, com uso de socos e taco de beisebol, segundo a vítima.
  • Complexo Penal II, onde está preso, está superlotado e é destinado a crimes contra mulheres e sexuais.
  • Defesa de Ivo nega parte das acusações e afirma que ele foi agredido, mas não se manifestará por enquanto.
  • Caso foi registrado como lesão corporal e ameaça, mas advogado da vítima pede reclassificação como tentativa de feminicídio.
Ivo Kos nega parte das acusações. Em depoimento, afirmou que teria sido agredido pela esposa e que reagiu | Foto: Reprodução
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O empresário Ivo Kos, de 48 anos, está preso preventivamente no Complexo Penal II de São Paulo, na Vila Leopoldina, após ser acusado de agredir a esposa, a cirurgiã-dentista Giullia Falcão Kos, de 27 anos. Ele foi detido em flagrante no dia 15 de agosto e teve a prisão convertida em preventiva após audiência de custódia.

Segundo o relato da vítima, as agressões começaram dentro do carro, após um jantar, e continuaram na residência do casal. Giullia afirmou ter sido atingida com socos e um taco de beisebol, além de ter sido ameaçada com uma arma de choque. Imagens de câmeras de segurança registraram parte do episódio.

Cadeia está superlotada

O empresário foi encaminhado para uma unidade prisional que apresenta população muito acima da capacidade. O Complexo Penal II é destinado, entre outros casos, a presos suspeitos de crimes relacionados à violência contra mulheres e crimes sexuais.


Defesa nega acusações

Ivo Kos nega parte das acusações. Em depoimento, afirmou que teria sido agredido pela esposa e que reagiu. A defesa informou que não pretende se manifestar neste momento, alegando que os fatos ainda estão sendo apurados.

O caso foi registrado como lesão corporal e ameaça. O advogado de Giullia, porém, defende que a investigação seja reclassificada como tentativa de feminicídio. A apuração continua.

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