Dono de pula-pula usava brinquedo para atrair e estuprar crianças

Homem denunciado tirou outras crianças do local e colocou vídeos para menina de 5 anos assistir enquanto a estuprava

Crianças eram atraídas por pula-pula para serem abusadas | Shutterstock
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Uma criança de cinco anos foi estuprada por um dono de um "pula-pula", em Juazeiro do Norte, no Ceará. A mãe da criança  disse que o suspeito tirou as crianças que estavam no local, um galpão,  e ficou sozinho com a filha dela.

O homem foi preso em flagrante pela Polícia Civil e já respondia por outros dois crimes do mesmo tipo. "Ele pegou e levou minha filha pra lá, deu um celular pra minha filha assistir e fez isso. Botou as outras crianças pra fora e ficou com ela lá. Eu quero justiça, ele tem que ficar preso", relata a mãe.

Segundo ela, a filha comunicou desconforto nas partes íntimas, o que a levou a ir à casa do suspeito e acionar a polícia pelo crime de estupro de vulnerável.

DDelegada alerta para sinais de violência  e abuso sexual em crianças /Shutterstock

Atenção aos sinais

Segundo a delegada da Delegacia da Mulher em Juazeiro do Norte, Déborah Gurgel, é muito importante que os responsáveis por crianças e adolescentes fiquem atentos aos sinais. "Quando a criança chegou em casa, a vó relatou que ela já chegou tristinha, calada. Ela foi tomar banho e, quando voltou, não queria dormir da forma que ela costumava dormir. Pela primeira vez, dormiu sem o shortzinho porque ela não estava aguentando. Pela manhã, ela não queria tomar banho, começou a se queixar de dor, de assadura".

A menina estava na casa da avó paterna, quando foi convidada — junto a outras crianças — para brincar nos equipamentos deste empresário. Contudo, ao chegar no local, as outras não puderam brincar na cama elástica, apenas a menina violentada.

A criança repassou para a própria família que o suspeito teria baixado a roupa dela, fornecido um celular para que ela assistisse vídeos e teria tirado também a própria roupa. As outras crianças relataram que escutou a criança mandando ele parar, conforme a delegada;

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