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Diarista investigada por matar casal de idosos teria feito outras vítimas com o mesmo método, diz polícia

Segundo a Polícia Civil, foram contabilizados quatro novos crimes praticados com o mesmo método.

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  • Polícia Civil de Minas Gerais conclui inquérito sobre duplo latrocínio cometido pela diarista Paola Stefany Neto Cirino.
  • Investigação aponta que suspeita dopou quatro vítimas com sedativos antes de cometer roubos e matar casal de idosos.
  • Crime contra o casal ocorreu no bairro São Pedro, com uso de violência física além dos sedativos e fuga com pertences.
  • Operação resultou na prisão da suspeita em Itabira, com apreensão de 165 comprimidos de medicamentos sedativos.
  • Procedimento será analisado pelo Ministério Público de Minas Gerais para decisão sobre denúncia contra a acusada.
Diarista acusada de matar casal de idosos | Foto: Reprodução
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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito que apura o duplo latrocínio do casal Cláudio Atala, de 75 anos, e Maria Clotilde Atala, de 76 anos, e identificou que a diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, teria feito pelo menos outras quatro vítimas utilizando o mesmo modo de agir.

De acordo com a investigação, após a repercussão do caso, outras pessoas procuraram a Delegacia Especializada em Investigação e Repressão ao Furto e Roubo para relatar que também teriam sido dopadas pela suspeita durante atendimentos como diarista.

Segundo a Polícia Civil, foram contabilizados quatro novos crimes praticados com o mesmo método: a suspeita administrava medicamentos com efeito sedativo às vítimas para reduzir sua capacidade de reação e, em seguida, cometia os roubos.

No caso do casal de idosos, a investigação aponta que Paola Stefany estava em seu primeiro dia de trabalho na residência, localizada no bairro São Pedro, quando dopou as vítimas, as matou e fugiu levando diversos pertences. Parte dos objetos roubados foi recuperada pelos investigadores e devolvida aos familiares.

Ainda conforme a PCMG, a suspeita possui histórico de crimes semelhantes, utilizando medicamentos sedativos para incapacitar as vítimas antes de subtrair seus bens. No crime contra o casal, além do uso dos sedativos, também houve emprego de violência física.

Durante a operação que resultou na prisão da diarista, em um hotel na cidade de Itabira, os policiais apreenderam 165 comprimidos de medicamentos com efeito sedativo, que podem ter sido utilizados na prática dos crimes.

Com a conclusão do inquérito, o procedimento foi encaminhado ao Ministério Público de Minas Gerais, que irá analisar as provas e decidir se oferece denúncia contra os investigados. Caso a denúncia seja aceita pela Justiça, os acusados passarão à condição de réus no processo.

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