Durante as investigações da operação, Penélope chegou a ser apontada informalmente pelas forças de segurança como uma mulher ligada ao Comando Vermelho (CV), facção criminosa que atua em diversas comunidades do Rio.
Relatórios policiais citavam que ela teria atuação na proteção de rotas de fuga e em áreas estratégicas do tráfico na Penha. Apesar disso, Maria Eduarda nunca apareceu entre os denunciados oficialmente pelo Ministério Público na lista dos principais integrantes da facção.