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Lucas Padula

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Voepass se manifesta sobre investigação e afirma que cumpria protocolos internacionais de segurança

A manifestação ocorre durante o andamento das investigações relacionadas ao voo 2283.

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  • A Voepass divulgou nota após conclusão do inquérito sobre a queda do voo 2283, que matou 62 pessoas.
  • A empresa reforça que seguiu rigorosamente protocolos de segurança e manutenção durante mais de 30 anos de atuação.
  • A Voepass destaca que possui certificação IOSA desde 2012, concedida após auditorias internacionais de segurança.
  • A tripulação do voo era composta por profissionais experientes, com mais de 5 mil horas de voo e treinamentos atualizados.
  • A empresa colaborou com as investigações, fornecendo documentos e relatórios técnicos ao Cenipa e à Polícia Federal.
Acidente da Voepass | Divulgação/PF

A Voepass divulgou uma nota nesta quinta-feira (6) após a Polícia Federal concluir o inquérito sobre a queda do voo 2283 da Voepass, que matou 62 pessoas. No texto, a empresa reforça que a segurança operacional sempre foi uma prioridade da companhia e afirma ter seguido todos os protocolos exigidos pelos órgãos reguladores ao longo de mais de 30 anos de atuação na aviação brasileira.

No comunicado, a empresa destacou que mantém procedimentos de segurança, manutenção e treinamento de tripulações conforme as normas estabelecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A companhia também informou que possui, desde 2012, a certificação IOSA (IATA Operational Safety Audit), concedida pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) após auditorias internacionais de segurança operacional.

A manifestação ocorre durante o andamento das investigações relacionadas ao voo 2283. Segundo a Voepass, os treinamentos oferecidos aos pilotos incluíam orientações para situações envolvendo formação de gelo, com procedimentos como mudança de altitude e velocidade, seguindo as recomendações do fabricante da aeronave e os protocolos operacionais.

A empresa afirmou ainda que a tripulação do voo era formada por profissionais experientes, habilitados e certificados, com mais de 5 mil horas de voo acumuladas. De acordo com a nota, os pilotos possuíam treinamentos técnicos, certificações e avaliações médicas atualizadas, sem registros anteriores que comprometessem a capacidade para exercer a função.

A Voepass declarou que colaborou com as investigações desde o início, fornecendo documentos, registros operacionais, diários de bordo e relatórios técnicos ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e à Polícia Federal.

A companhia afirmou também que considera o relatório da Polícia Federal parte da fase investigativa e que irá acompanhar os próximos desdobramentos do processo. Caso necessário, a empresa informou que poderá exercer seu direito de defesa conforme a legislação.

Nota completa na íntegra

A VOEPASS informa que a segurança operacional sempre foi sua prioridade. Ao longo de mais de 30 anos de atuação na aviação brasileira, a companhia adotou rigorosamente todos os protocolos de segurança, manutenção e capacitação de tripulações previstos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A empresa reforça que sua atuação sempre esteve pautada pelos mais elevados padrões de segurança da aviação, contando, desde 2012, com a certificação IOSA (IATA Operational Safety Audit), concedida pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) às companhias aprovadas em rigorosa auditoria internacional de segurança operacional.

Os treinamentos de pilotos contemplavam os procedimentos previstos para o enfrentamento de condições de formação de gelo, incluindo medidas como alteração de altitude e velocidade, conforme as orientações do fabricante da aeronave e os protocolos operacionais aplicáveis. As tripulações eram permanentemente orientadas a cumprir rigorosamente esses procedimentos, de acordo com cada cenário operacional.

A tripulação do voo 2283 era composta por profissionais experientes, devidamente habilitados e certificados, que somavam mais de 5 mil horas de voo, com treinamentos técnicos, certificações e avaliações médicas regularmente atualizados, sem qualquer registro prévio que comprometesse sua aptidão para o exercício da função.

Desde o início das investigações, a VOEPASS colaborou integralmente com as autoridades, disponibilizando documentos, diários de bordo, registros operacionais e relatórios técnicos ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e à Polícia Federal. A companhia compreende que o relatório da Polícia Federal integra a fase investigatória e aguardará os próximos desdobramentos processuais, e, se for o caso, exercerá plenamente seu direito de defesa, nos termos da legislação vigente.

A VOEPASS reitera sua solidariedade às famílias das vítimas e reafirma que permanece à disposição das autoridades, das instituições competentes e dos demais agentes envolvidos para prestar todos os esclarecimentos necessários.

*** As opiniões aqui contidas não expressam a opinião no Grupo Meio.
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