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CASO GISELE: Justiça decretou prisão de tenente-coronel por possível influência em testemunhas

Geraldo Leite Rosa Neto foi detido em São José dos Campos por feminicídio e fraude processual; oficial foi conduzido ao presídio militar Romão Gomes

Geraldo e Gisele estavam juntos há cerca de 4 anos | Reprodução/Redes Sociais

A Justiça Militar do Estado de São Paulo decretou, na madrugada desta quarta-feira (18), a prisão preventiva do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto por suspeita de feminicídio da policial militar Gisele Alves Santana e fraude processual.

Além disso, o órgão entendeu que há risco de interferência nas investigações, inclusive pela possibilidade de influência do oficial sobre testemunhas.

CONFIRA A DECISÃO COMPLETA

Geraldo foi preso em sua residência em São José dos Campos, no interior de São Paulo, após a Polícia Civil solicitar o mandado de prisão preventiva à Justiça, que foi concecido e cumprido pela Corregedoria da Polícia Militar com apoio do 8° DP.

Segundo o TJMSP (Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo), o pedido de prisão foi proferido com base na garantia da ordem pública, na conveniência da instrução criminal e na necessidade de preservação da hierarquia e disciplina militares.

A Justiça Militar autorizou ainda a apreensão de aparelhos celulares, a quebra de sigilo de dados eletrônicos e o compartilhamento de provas com a Polícia Civil, que também investiga a morte da soldado Gisele.

Prisão

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi preso na manhã desta quarta-feira (18), em sua residência em São José dos Campos, interior de São Paulo, após a Polícia Civil solicitar o pedido de prisão preventiva.

O Inquérito Policial que investiga a morte da soldado Gisele Alves Santana foi concluído nesta terça-feira (17) e foi representado à Justiça Estadual para a decretação da prisão preventiva do oficial pelos crimes de feminicídio e fraude processual. 

As provas periciais e médico legais, analisadas pela Polícia Técnico-Científica, indicam a inviabilidade da hipótese de suicídio, além de apontarem indícios de alteração do local do crime. 

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