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Casal de turistas é suspeito de agredir guarda-vidas sob acusação de omissão de socorro; vídeo

Caso aconteceu no Guarujá, litoral de SP, gerou uma confusão generalizada

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  • Casal de turistas é suspeito de agredir guarda-vidas temporário em São Paulo.
  • Acusação se dá após profissional ser acusado de negar socorro a um homem na praia da Enseada, litoral paulista.
  • Casal afirma que o cunhado estava com comportamento alterado e teria sido ajudado por eles.
  • Guarda-vidas diz ter sido derrubado do cadeirão e agredido pela mulher, que rasgou sua camiseta.
Casal é suspeito de agredir guarda-vidas em SP | Foto: Reprodução/Redes Sociais
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Um casal de turistas é suspeito de agredir um guarda-vidas temporário, de 20 anos, após o profissional ser acusado de negar socorro a um homem na praia da Enseada, litoral de São Paulo.

Durante a confusão generalizada, populares no local tentaram apartar o conflito após o casal partir para cima do guarda-vidas que teve a camisa rasgada.

O caso foi parar na delegacia após a Polícia Militar ser acionada.

O QUE DIZ O CASAL?

Casal é suspeito de agredir guarda-vidas em SP - Foto: Reprodução 

Um dos envolvidos é um homem de 42 anos que mora na capital paulista e relata que estava a passeio com a esposa e filhos.

De acordo com ele, o cunhado que também estava na viagem entrou no mar e incorporou uma entidade de sua religião de matriz africana. Com isso, ele teria tido um comportamento alterado com risco de afogamento.

A partir daí, para ajudar o cunhado, o homem pediu ajuda ao guarda-vidas que teria desacreditado da situação por se tratar de uma “brincadeira”.

O salva-vidas teria tido uma certa resistência e, com isso, o homem no momento de desespero afirma ter puxado o cadeirão onde o profissional estava sentado.

Em seguida,a esposa dele também entrou na discussão e passou a trocar ofensas verbais com o guarda-vidas, causando um tumulto generalizado.

O homem afirma ter sido também agredido por algumas pessoas no local e que havia consumido bebida alcoólica, mas não estava alterado.

A esposa, de 27 anos, confirma a versão do marido que, segundo ela, conseguiu tirar o cunhado do mar ainda debilitado. Ela também diz que foi chamada de “vagabunda” pelo guarda-vidas ao tentar pedir ajuda.

VERSÃO DO GUARDA-VIDAS

De acordo com o depoimento do guarda-vidas, o episódio aconteceu da seguinte forma:

  • Ele estava sentado no cadeirão quando duas crianças alertaram o afogamento de duas pessoas;
  • O guarda-vidas foi averiguar e diz ter avistado apenas dois homens conversando e caminhando normalmente;
  • Um dos homens teria saído do mar o acusando de omissão. No entanto, como o homem estava andando normalmente, a vítima recusou o atendimento, gerando revolta da família.
  • Guarda-Vidas diz ter sido derrubado do cadeirão e agredido pela mulher que teria rasgado sua camiseta e lhe deferido chutes e golpes;
  • Vítima diz ter ido até o suposto afogado e viu que ele estava consciente se levantando normalmente;
  • Guarda-Vidas alega que o casal estava embriagado e diz não ter agredido ninguém

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