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Advogado invade restaurante e tentar matar ex; funcionários impediram crime

Matthew Exton, de 43 anos, entrou num restaurante e apontou uma arma à ex-mulher. Esqueceu-se, contudo, que a trava de segurança da pistola estava ativada e, enquanto tentava destrancar, foi atacado por funcionários do estabelecimento

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  • Advogado tentou matar ex-mulher em restaurante de Ohio, nos EUA, mas foi impedido por funcionário.
  • Arma estava com trava de segurança, o que impediu o disparo e permitiu intervenção de público.
  • Incidente ocorreu em 11 de abril do ano passado, após o homem beber em bar próximo ao local.
  • Matthew foi acusado de tentativa de homicídio e várias infrações relacionadas a armas.
  • Promotora considera que ele agiu com ódio e intenção de executar publicamente a ex-mulher.
Advogado tenta matar ex em restaurante; funcionários impediram crime | Foto: Reprodução
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Um advogado tentou matar a ex-mulher em um restaurante em Ohio, nos Estados Unidos, mas um funcionário do estabelecimento conseguiu impedir o pior. Matthew Exton, um advogado, entrou repentinamente em um restaurante onde a ex-companheira estava jantando.

No entanto, o homem teria se esquecido de retirar a trava de segurança da arma, permitindo que outras pessoas interviessem e impedissem que ele efetuasse o disparo.

O momento foi registrado pelas câmeras de segurança do restaurante. Nas imagens, é possível ver Matthew apontando a arma na direção da mulher, que se encolhe e tenta proteger o rosto com as mãos.

A trava de segurança, porém, impediu que o disparo fosse efetuado. Nesse momento, o homem se atrapalhou e acabou sendo abordado por funcionários e outras pessoas que estavam no local. Um dos funcionários conseguiu agir rapidamente, agarrando o suspeito por trás e jogando-o no chão, impedindo o pior.

O incidente aconteceu em 11 de abril do ano passado, depois de o homem ter passado algum tempo bebendo em um bar próximo ao restaurante e avistado a mulher na companhia de familiares.

Matthew foi acusado de tentativa de homicídio, duas acusações de agressão grave e várias acusações relacionadas a armas de fogo. A promotora responsável pelo caso considera que ele agiu movido pelo ódio, com a "intenção de executar publicamente sua ex-mulher". Ela também elogiou a rápida ação dos funcionários, a quem chamou de "heróis".

O homem, por sua vez, alega que não queria matar a ex-mulher e que apenas apontou a arma para ela na tentativa de assustá-la e pressioná-la a vender a casa que os dois compartilhavam.

Ele conhecerá sua sentença no dia 21 de setembro, segunda-feira.

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