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Teresina registra mais de 7 mil casos de síndromes gripais nos primeiros meses de 2026

Os dados apontam ainda que, até a primeira semana de maio, foram confirmados 345 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

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  • Terminou janeiro a abril de 2026 com 7.001 síndromes gripais em Teresina, aumento de 42% em relação ao mesmo período de 2025.
  • Foram confirmados 345 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) até a primeira semana de maio, um aumento de cerca de 5,2% em relação a 2025.
  • A elevação dos casos respiratórios segue o comportamento sazonal das doenças respiratórias e é intensificada pelo período chuvoso no Nordeste.
  • Entre as amostras analisadas, 150 tiveram resultado positivo para influenza (16,4%), seguido de rinovírus (6,8%) e Vírus Sincicial Respiratório (0,2%).
Fundação Municipal de Saúde | Foto: Ascom/FMS
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Entre janeiro e abril de 2026, Teresina contabilizou 7.001 ocorrências de síndromes gripais, conforme informações da Diretoria de Vigilância em Saúde da Fundação Municipal de Saúde (FMS). O volume representa um crescimento de 42% na comparação com o mesmo período de 2025, quando a capital havia registrado 4.931 notificações.

Os dados apontam ainda que, até a primeira semana de maio, foram confirmados 345 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). No ano anterior, no mesmo recorte de tempo, haviam sido registrados 328 casos, indicando aumento de cerca de 5,2%.

De acordo com o coordenador do Núcleo de Agravos Imunopreveníveis da FMS, Johansen Pitta, a elevação acompanha o comportamento sazonal das doenças respiratórias, mais comum nos primeiros meses do ano e intensificada pelo período chuvoso no Nordeste.

Segundo ele, os números revelam uma maior circulação de vírus respiratórios neste período, cenário típico da sazonalidade observada na região.

Entre 917 amostras analisadas, 150 tiveram resultado positivo para influenza, correspondendo a 16,4% do total. Também foram identificados 62 casos de rinovírus, o equivalente a 6,8%, além de dois registros de Vírus Sincicial Respiratório (VSR), representando 0,2%.

A FMS destaca que a influenza permanece como o vírus de maior circulação em Teresina atualmente e figura entre os principais fatores para o avanço dos casos respiratórios na capital.

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