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Suspeitos de se passarem por policiais e executarem homem a tiros são alvos de operação no PI

Allan foi morto em dezembro de 2025, quando suspeitos armados invadiram a residência da vítima se passando por policiais e efetuaram diversos disparos.

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  • A Operação Dominus foi deflagrada pela Divisão de Homicídios em Luís Correia para prender suspeitos de homicídio qualificado.
  • Foram cumpridos mandados de prisão contra J.S.C. ("Bibi") e D.G.X.A. ("Cebola"), ambos integrantes da organização criminosa TCP.
  • O crime ocorreu em dezembro de 2025, quando suspeitos armados invadiram a residência de Allan David Sousa da Silva se passando por policiais.
  • A motivação do homicídio foi uma disputa entre facções criminosas e o planejamento envolveu lideranças do TCP.
Suspeito/ Allan David. | Foto: PCPI/Reprodução
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Os suspeitos de se passarem por policiais e executarem Allan David Sousa da Silva, em dezembro de 2025, no bairro Beira-Mar, em Luís Correia, foram alvos da Operação Dominus, deflagrada pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa e Repressão e Combate ao Tráfico de Drogas de Luís Correia (DFHT). A ação foi realizada nos dias 10 e 11 deste mês.

Em nota, a DFHT informou que foram cumpridos mandados de prisão preventiva contra integrantes de uma organização criminosa investigados por homicídio qualificado, associação criminosa e outros delitos. A investigação teve início após a morte de Allan David.

  • 10 de junho: Cumprimento de mandado de prisão contra J.S.C., conhecido como "Bibi", em Luís Correia.
  • 11 de junho: Ação integrada no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão, onde foram cumpridos mandados contra D.G.X.A., conhecido como "Cebola", e L.C.S., vulgo "Zé", que já estavam presos.

O CRIME E A MOTIVAÇÃO

Allan foi morto em 17 de dezembro de 2025, quando suspeitos armados invadiram a residência da vítima se passando por policiais e efetuaram diversos disparos. O crime ocorreu diante da esposa da vítima, que está grávida.

Segundo a DFHT, as investigações apontam que o homicídio foi motivado por uma disputa entre facções criminosas e que a execução foi determinada por lideranças do TCP (Terceiro Comando Puro).

A divisão de homicídios informou ainda que os levantamentos indicam que "Cebola" e "Zé" continuavam exercendo funções de liderança na organização criminosa e teriam participado do planejamento do homicídio, além de atuarem na intimidação de testemunhas.

O caso segue sendo analisado, com o objetivo de identificar e capturar outros envolvidos.

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