- Homem suspeito de atropelar e matar vigia foi identificado pela polícia em Teresina.
- Carro envolvido no acidente foi localizado em garagem de residência na zona Leste.
- Veículo foi removido e encaminhado à Central de Flagrantes para perícia e investigação.
- Vigia Manoel Borges Neto morreu após ser atingido por carro durante trabalho de limpeza.
- Testemunhas relatam que suspeito deixou o local sem prestar socorro após o acidente.
O suspeito de estar conduzindo o carro que atropelou e matou o vigia Manoel Borges Neto na manhã desta segunda-feira (7), na zona Leste de Teresina, foi identificado pela polícia. O carro envolvido no acidente foi encontrado no bairro Vale Quem Tem após informações repassadas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Militar.
O caso ocorreu na Avenida Prefeito Hugo Bastos, no bairro Vale Quem Tem, na zona Leste de Teresina, e foi registrado por câmeras de segurança. Ainda na segunda-feira (7), o veículo, um Honda Civic de cor preta, foi localizado estacionado na garagem de uma residência.
A ação foi realizada pelo 29º Batalhão de Polícia Militar. Segundo a PM, o homem que estaria conduzindo o automóvel foi identificado durante as buscas, mas não foi localizado pela equipe policial.
O carro foi removido e encaminhado à Central de Flagrantes de Teresina, onde deverá passar por perícia e ficar à disposição das autoridades responsáveis pela investigação. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
VÍDEO MOSTRA O ACIDENTE
As imagens mostram que a Manoel Borges Neto fazia a limpeza da área em frente à associação onde trabalhava como vigia, quando foi brutalmente atingida pelo carro. Após a colisão, o suspeito desce do veículo e verifica o que havia acontecido.
Segundos depois, ele retorna ao carro e deixa o local, enquanto testemunhas começam a se aproximar. Manoel deixou três filhos.
Ele estava limpando o esgoto com uma enxada na frente do local onde trabalha quando foi colhido pelo carro. Ele morreu no local. As duas pessoas que estavam no carro desceram, olharam o corpo e depois foram embora, não prestaram socorro, disse o capitão César, do 29º Batalhão da Polícia Militar.