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Soldado do Piauí é a 1ª mulher do Brasil a concluir curso de Rastreador de Combate

A Soldado Verônica Rocha, única mulher entre os participantes da formação, destacou-se ao longo do curso, que é reconhecido pelo elevado grau de preparo físico, psicológico e conhecimentos técnicos.

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  • A Polícia Militar do Piauí concluiu o I Curso de Rastreador de Combate com a formação de 28 novos policiais.
  • A primeira mulher rastreadora de combate do Brasil, Soldado Verônica Rocha, encerrou o curso na primeira colocação geral da turma.
  • O Curso de Rastreador de Combate prepara policiais para atuar em ambientes hostis e situações de pressão com elevado grau de concentração.
  • A expectativa é que os conhecimentos adquiridos contribuam diretamente para melhorar operações e indicadores na área da segurança pública.
Soldado Verônica Rocha | Foto: Divulgação/PMPI
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A Polícia Militar do Piauí concluiu mais uma importante etapa no fortalecimento de sua capacidade operacional com a formação dos alunos do I Curso de Rastreador de Combate do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI). Entre os concluintes, um marco histórico chamou a atenção: a formação da primeira mulher rastreadora de combate do Brasil, que também encerrou o curso ocupando a primeira colocação geral da turma.

A Soldado Verônica Rocha, única mulher entre os participantes da formação, destacou-se ao longo do curso, que é reconhecido pelo elevado grau de preparo físico, psicológico e conhecimentos técnicos. 

O Curso de Rastreador de Combate tem como objetivo preparar policiais para atuar em ambientes hostis, situações de pressão e operações que exigem elevado grau de concentração, tomada de decisão e capacidade de observação. Entre as principais características desenvolvidas durante a formação estão a paciência, a perseverança, o raciocínio rápido e o controle emocional.

Foto: Divulgação/PMPI

Na atividade de rastreamento, o profissional é responsável por identificar vestígios, interpretar sinais deixados no terreno e conduzir patrulhas em áreas de difícil acesso, muitas vezes em cenários complexos e dinâmicos. Por isso, uma das maiores virtudes exigidas do rastreador é a capacidade de manter o foco diante das adversidades, persistindo na busca por informações mesmo quando os indícios parecem escassos.

Apesar do destaque obtido ao término do curso, a policial faz questão de compartilhar a conquista com todos os companheiros de turma. Para ela, a classificação final não define a qualidade profissional dos concluintes, que enfrentaram os mesmos desafios e receberam a mesma formação.

Acredito que a verdadeira competência do rastreador não é medida por uma colocação ao final de um curso, mas pela sua atuação quando o conhecimento é colocado à prova em campo. É durante as missões, nas operações integradas e no serviço prestado à sociedade que o profissional demonstra sua capacidade técnica, seu equilíbrio emocional e sua aptidão para cumprir a missão que lhe foi confiada, destaca Verônica. 

Foto: Divulgação/PMPI

A turma concluiu a capacitação com a entrega de 28 novos rastreadores de combate, sendo 20 policiais pertencentes à Polícia Militar do Piauí, 01 à Polícia Penal do Piauí e 07 policiais de intuições militares coirmãs (CE/MA/BA/GO/MG).  Profissionais preparados para atuar em missões especializadas, fortalecendo a capacidade operacional de suas instituições de origem e ampliando sua eficiência no atendimento à sociedade.

A expectativa é que os conhecimentos adquiridos durante a formação contribuam diretamente para os resultados futuros da corporação, refletindo-se em operações mais qualificadas, maior capacidade de resposta e melhores indicadores na área da segurança pública.

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