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Réu por matar homem na frente da filha é condenado a 15 anos de prisão em Teresina

As investigações policiais também apontaram que Antônio Carlos passou a integrar uma organização criminosa de atuação nacional e teria assumido posição de liderança dentro do grupo. Mesmo com a condenação, o réu permanece foragido.

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  • Antônio Carlos da Silva Coelho foi condenado a 15 anos por homicídio duplamente qualificado em Teresina.
  • O crime ocorreu em junho de 2010, com quatro disparos e ameaça à filha da vítima, segundo investigação.
  • Conselho de Sentença reconheceu crueldade e surpresa como qualificadoras do crime.
  • Antônio Carlos é acusado de integrar organização criminosa e liderar grupo de atuação nacional.
  • Réu permanece foragido após condenação pelo Tribunal do Júri de Teresina.
Ministério Público do Piauí | Foto: Saymon Lima/ Portal MeioNews
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Antônio Carlos da Silva Coelho foi condenado a 15 anos de reclusão pelo homicídio duplamente qualificado de Fábio Soares de Moraes. O réu está foragido e foi julgado pelo Tribunal do Júri de Teresina na última sexta-feira (25).

A acusação foi sustentada pelos promotores de Justiça Márcio Carcará e Carlos Rogério, coordenador e integrante, respectivamente, do Grupo de Apoio aos Promotores de Justiça com Atuação no Tribunal do Júri (GAEJ). A denúncia foi apresentada pela 14ª Promotoria de Justiça de Teresina.

Crime ocorreu em 2010

O homicídio ocorreu em junho de 2010. Segundo a investigação policial, Fábio Soares de Moraes foi morto na presença da filha após uma discussão. Ainda conforme a apuração, Antônio Carlos efetuou quatro disparos de arma de fogo contra a vítima. Após o crime, ele também teria ameaçado a filha de Fábio.

Júri reconheceu duas qualificadoras

O Conselho de Sentença acolheu a acusação apresentada pelo Ministério Público e condenou Antônio Carlos por homicídio duplamente qualificado. As qualificadoras reconhecidas foram a crueldade da ação e o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, caracterizado pela surpresa.

Réu é apontado como integrante de organização criminosa

As investigações policiais também apontaram que Antônio Carlos passou a integrar uma organização criminosa de atuação nacional e teria assumido posição de liderança dentro do grupo. Mesmo com a condenação, o réu permanece foragido.

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